junho 2011
Arquivo mensal
qua 29 jun 2011
Postado por eletronicaetk na Categoria
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O Brasil tem 153 milhões de telefones celulares, que se tornaram xodós dos consumidores.
Mas essa relação apaixonada pode estar com os dias contados.
Quem alerta são os especialistas em telecomunicações que vão estar presentes na Rio Wireless, esta semana, na Barra da Tijuca.
O evento vai discutir o perigo de a quarta geração de telefonia celular (4G) não se desenvolver por aqui caso fabricantes e operadoras fiquem sem o espectro adequado para trabalhar.
Dirá o leitor:
mas se a terceira geração ainda não está com tudo em cima, por que discutir a quarta?
É que justamente pelo gargalo da frequências o sistema celular no país corre o risco de ficar seriamente prejudicado.
O que acontece é o seguinte: a faixa da quarta geração de telefonia, recomendada pela União Internacional das Telecomunicações para a chamada tecnologia LTE (evolução a longo prazo, na sigla em inglês), é a de 2,5GHz, que no momento vem sendo usada pela televisão por assinatura (6,2 milhões de usuários).
Especialistas como o vice-presidente do UMTS Forum, Mario Baumgarten, e o consultor Newton Scartezini, explicam que seria possível alocar a transmissão digital dos serviços de TV pagos e os serviços telefônicos de banda larga de quarta geração conjuntamente nessa frequência.
Não se trata de passar a TV para outra faixa, mas de agregar a banda larga sem fio numa faixa já recomendada e reconhecida internacionalmente.
- Alocar essa faixa para a quarta geração de telefonia (e internet) significa que estamos alinhados com o mundo, o que facilitará o acesso aos serviços – diz Mario. Até porque haverá gente desenvolvendo programas e serviços com base nessa frequência.
A briga na Rio Wireless promete ser boa. Até porque a banda larga sem fio é um caminho para a inclusão digital
qua 29 jun 2011
Postado por eletronicaetk na Categoria
DiversosSem comentários
Em primeiro lugar, é fundamental não confundir televisão digital e televisor digital. Televisão digital tem a ver com a transmissão de sinal de tv que usa modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados a um aparelho compatível com esta tecnologia, ou seja, a um aparelho televisor digital.
TV digital
No Brasil, desde 1996 algumas TVs por assinatura (SKY, Tecsat e DirecTV) utilizam sinal digital, que proporciona alta qualidade de imagem, mas a primeira transmissão feita por um canal de tv aberta só aconteceu no final de 2007. (alta definição).
No mundo, há diferentes modelos, sistemas e padrões de TV Digital. No Brasil, o padrão de televisão digital adotado foi o ISDB-TB, uma adaptação do padrão japonês ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial). O padrão escolhido garante ampla mobilidade e portabilidade dos aparelhos receptores, sem custo para o consumidor.
Tv digital 3G
A tecnologia 3G permite assistir tv digital no aparelho celular, com a vantagem da mobilidade e sinal de qualidade e sem interferências.
HDTV (High Definition TV) é um sistema de transmissão digital com uma resolução de tela bem superior ao dos formatos tradicionais (NTSC, SECAM, PAL), sendo, por isso, conhecida como TV de alta definição.
Há também várias tecnologias de exibição de imagem. CRT (Cathode Ray Tube), é a tecnologia tradicional, empregada nos aparelhos analógicos, que utiliza tubo de raios catódicos. LCD (Liquid Crystal Display) utiliza tecnologia digital e um sistema de cristal líquido, com alta resolução de imagem.
Plasma funciona de maneira semelhante ao LCD, com maior brilho e contraste. O Sistema de Projeção utiliza um projetor e uma tela refletiva enquanto o Sistema de Retro-Projeção, compõe-se de um projetor e uma tela translúcida.
O futuro da tv digital pode ser o UHDV (Ultra High Definition Vídeo) um formato ainda experimental, com uma resolução de tela 16 vezes maior que a HDTV, um espetáculo de luz explodindo em 32 milhões de pixels, além de som surround de 22.2 canais. Isso mesmo! São 24 caixas de som.
qua 29 jun 2011
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As distribuidoras de energia elétrica já podem usar sua rede para transmitir internet banda larga. Nesta terça-feira (25), a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou a regulamentação do PLC (Power Line Communications), que também permite fornecer sinal de TV por assinatura direto da tomada de sua casa. O processo legal para que o serviço seja oferecido deve levar cerca de 5 meses.
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já havia homologado em abril a tecnologia que permite o tráfego de voz, dados e imagens pela rede elétrica. Conhecida como PLC, a nova forma de acesso à web já existe há cerca de dez anos e é vendida na Europa a uma velocidade de 4,5 Mbps -que deve chegar a 14 Mbps até o final do ano.
Entre as condições para a utilização da infra-estrutura da rede está a garantia da qualidade do fornecimento de energia elétrica para os consumidores e, se houver necessidade de investimento na rede, o custo será de responsabilidade da empresa de telecomunicações.
As concessionárias de energia não podem fornecer o acesso à internet diretamente. Por isso devem disponibilizar sua rede para operadoras ou criar subsidiárias. A AES Eletropaulo já divulgou que não pretende vender o PLC diretamente para o consumidor final, devendo fazer uma parceria com as operadoras de telecomunicações para atender ao novo serviço, como Telefonica, TIM, Vivo, Oi e Claro.
A Aneel espera que as tarifas de energia caiam graças à “receita obtida com o aluguel dos fios”.
Como é a internet por rede elétrica
A principal vantagem dessa tecnologia, segundo os especialistas, é que fornecerá acesso à web pela tomada -assim aproveita uma estrutura já existente para chegar a regiões onde outras alternativas de acesso rápido ainda não estão disponíveis. Com o PLC, a tomada elétrica vira o ponto principal de comunicação da residência ou da empresa. Mas, na prática, o que muda para o usuário?
Segundo o engenheiro eletrônico Almir Meira, professor da FIAP e Faculdade Módulo, para ter acesso à tecnologia, o usuário deverá contratar o serviço da operadora credenciada para comercializá-lo e adquirir um modem compatível com a tomada elétrica. O aparelho também pode ter uma antena para transmitir o sinal por Wi-Fi.
Os preços e velocidade do acesso à internet via rede elétrica ainda não estão definidos, mas acredita-se que a conexão será mais barata do que a banda larga. Testes já realizados no país mostram que a conexão pode chegar a 21 (Mbps) megabits por segundo, mas essa velocidade não será, necessariamente, repassada em sua totalidade para os clientes.
A Anatel ressalta que a conta de energia continuará separada porque se trata da mesma estrutura, mas usada para fins diferentes.
ter 21 jun 2011
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PHILIPSSem comentários
BLOQUEADO – CHILD LOCK – PARENTAL.
- Para liberar canais bloqueados, que foi esquecido a senha, pedir BLOQUEAR NÃO, O CODIGO DE ESQUECIMENTO, 8888 e deste modo abrira o MENU, para liberação do mesmo. .
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BRANCA COM RETRAÇOS (OU ALGUMA COR FRACA).
- Verificar resistor 3470 (4R7) aberto.
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BRILHO DEFICIENTE (POUCO BRILHO).
- Tensão G2 abaixo de 250 Volts. Verificar soquete do cinescópio.
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CENTRALIZACAO HORIZONTAL INCORRETA
- D 6461, 6464, C 2462, 2461 com fuga.
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COM BARRA(S) OU FAIXAS VERTICAIS
- Verificar resistor 3407 (220O) aberto. 04Nov97 Inf Lab.- D 6461 com fuga. Aparece também como serrilhado no lado direito da tela.
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COMANDOS ATUAM INTERMITENTE.
- Verificar transistor 7608 BC848 com fuga. – Verificar diodo 6653 (zener 5V1).
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COMANDOS NÃO ATUAM (TODOS).
- Fuga no capacitor 2650 pino 14 do 7601. 31Jul98 MT311 .- Verificar 2636, 2637, 2638 (SMD 820pF) não constam do esquema elétrico, pinos 14, 15 e 16. – Fuga no transistor 7650.
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DANIFICA SEMICONDUTOR IC OU TS
- Danificando saída horizontal T 7445: T 7440, 7441, com fuga. Verificar também flyback e cinescópio.
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DESLIGA SOZINHO.
- TERMINAIS MUITO LONGOS NOS SEGUINTES COMPONENTES: C2537, C 2538, R 3445 E M.C. FILTRO SAW 1015. – C 2423 (smd). – Verificar resistor 3538 (100k).
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DISTORÇÃO NA IMAGEM.
- C 2208 (47n) no pino 13 do Bimos com fuga.
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DOBRANDO IMAGEM NO HORIZONTAL
- C 2662 com fuga.
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DOS / MENU – NÃO SAI DA TELA.
- IC 7620 (eeprom). Escreve “F” na tela e não apaga. ao entrar no modo de serviço e tentar sai, fica travado. – Televisor travado no modo hotel: colocar no canal 38, acionar simultaneamente as teclas frontais VOL+, VOL- e OSD (no c.remoto) e aguardar alguns segundos. Na nova tela (menu hotel) definir sim, não. Para encerrar, ir para Standby. -C 2650 com fuga.
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FOCO NÃO AJUSTA.
- Verificar tensão de foco (possibilidade de fuga no conector do soquete ou no circuito impresso do Painel Elétrico TRC).OBS.: No caso de TRC, verificar tabela de Código de Falhas de Cinescópios para preenchimento da OS.
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FUNCIONA INTERMITENTE.
-C 2621 e 2622 (ramal data e clock).
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IMAGEM SERRILHADA.
- D 6461 com fuga. A imagem fica com serrilhado após algum tempo. – Ramal standby com fuga após algum tempo.
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IMAGEM TREMULA.
- Verificar diodo 6461 1N4148.
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INTERFERENCIA NA IMAGEM
- Barras diagonais na tela com sinais de antena cable. Neste caso utilizar varicap com melhor rejeição aos espúrios código 4806 210 47037
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LINHA(S) ESCURA(S) NO SENTIDO HORIZONTAL.
- R 3240 ausente ou aberto. As linhas são escuras sobre a imagem como se fosse perda de sincronismo.
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LINHAS DE RETORNO RGB (RETRAÇO).
- R 3470 com m.c. ou aberto (+ 180 Volts)
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MODO HOTEL
- Modo Hotel, colocar no canal 38 e pressionar por alguns 5 segundos ao mesmo tempo (-) Volume e (+) Volume no teclado local e OSD no controle remoto, deverá aparecer na tela HOTEL Sim/Não selecionar e colocar aparelho em Stand By.
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MUDA CANAL SOZINHO
- C2637 (SMD no pino 15 do microp).
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NÃO ABRE VERTICAL
- Verificar resistor 3412 22K aberto.
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NÃO APARECE CARACTERES / MENU.
- C 2403 em curto. Vertical irregular e não tem OSD ou DOS.- T 7662, 7681 com fuga perde OSD. – R 3425 aberto. – IC 7620 desprogramado e ou com defeito. – IC 7225 (Bimos). Dos com pouco contraste. – IC 7600 (Microp). Só fica com chuvisco. – Verificar transistor 7608 com fuga. – Verificar transistor 7601. – Verificar circuito POR: transistor 7677 (BC547) e resistor 3677 (8k2) alterado.
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NÃO FUNCIONA (FICA COMO DESLIGADO).
- IC 7225, TS 7445 com coletor quebrado. O led standby pisca intermitentemente. – C2423 (smd) com fuga, provoca ausência do pulso FH no pino 37 do BIMOS. A tensão no pino tem que ser de 1, 3 volts. – Verificar resistor 3521 (330) e capacitor 2662 (820pF). – Verificar capacitor 2540 (100µF) alterado. .
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NÃO LIGA PELO CONTROLE REMOTO.
- Verificar resistor 3444 alterar valor de 10k para 5, 6k.
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NÃO SAI DE STAND BY INTERMITENTE, O LED FICA ACESO.
- Alterar o resistor 3444 de 10k para 5k6.
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NÃO SAI DO MODO DE SERVICO OU ENTRA SEM SER SOLICITADO.
- Verificar resistor 3623 (10k) aberto.
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PROCURA MAS NÃO LOCALIZA (BARR3/SINT3).
- Verificar resistor 3538 (100k), isto ocorre porque a fonte fica com tensões abaixo do especificado.
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QUADRO PEQUENO
- C 2662 (ramal Standby). Quadro fica reduzida nas laterais e dividida no centro da tela.
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RUIDO NO SOM (HUM) OU RUIDO BRANCO.
C 2112. Ruído ou ronco forte ao aumentar volume do som.
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SEM LARGURA (SEM DEFLEXAO HOR) RISCO VERT.
- M5 (conexão deflexão horizontal) com mau contato.
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SEM SINCRONISMO HORIZONTAL.
- C 2423 CAPACITOR COM FUGA (4N7 SMD). – Verificar capacitor 2208 (47nF).
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SEM SINTONIA = CANAL/ESTACAO SO RUIDO OU MUTE.
- Verificar EEPROM, tentar programar primeiro antes de substituí-la.- Verificar circuito POR: transistor 7677 (BC547) e resistor 3677 (82k) alterado.
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SEM SOM. (COM OU SEM IMAGEM P/ TV, VCR, DVD).
- C 2620 (smd) com fuga. Pino 41 do microp. – Verificar capacitor 2122 (1nF).
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SINTONIA VARIANDO.
- C 2208 (47N no pino 13 do Bimos) com fuga. – Verificar resistor 3538 (100k), isto ocorre porque a fonte fica com as tensão abaixo do especificado. – Verificar integrado micro.
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SO FICA EM STAND BY (POWER OFF).
- T 7677, IC 7225 em curto.
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SO FUNCIONA EM FONTE ÁUDIO E VIDEO
- Verificar resistor 3240 e transistor 7240.
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SOM BAIXO / VOLUME BAIXO.
- R 3145 ausente. Som baixo e controle irregular.- C 2112 aberto provoca controle irregular.
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SOM COM RUÍDO OU FRITURA
- Verificar capacitor 2112 (2n2)
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SOM NÃO ABAIXA
- IC 7101. Perde controle do som.
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TELA BRANCA, SEM RETRAÇOS.
- T 7662 COM FUGA. A TELA FICA BRANCA E IDENTIFICAÇÃO DO SAND-CASTLE AUSENTE.
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TELA ESCURA – SEM IMAGEM OU ATIVO PROGRESSIVO EM DVD.
-D 6480 em curto. Fonte +8 Volts da placa do cinescópio.- Verificar capacitor 2620 (820pF).
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TELA ESCURA – SEM IMAGEM OU ATIVO PROGRESSIVO EM DVD.
- Verificar tensão de G2 (possibilidade de fuga no conector do soquete ou no circuito impresso do Painel Elétrico TRC).OBS.: No caso de TRC, verificar tabela de Código de Falhas de Cinescópios para preenchimento da OS.
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TELA VERMELHA
- Verificar transistor 7310 e 7300.
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TENSOES ACIMA DO ESPECIFICADO
- T 7441 com base e emissor aberto.
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VERTICAL COM POUCA AMPLITUDE (AREA SEM IMAGEM ENCIMA/EMBAIXO).
- R 3414 alterado.
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VERTICAL DEFORMADO PARTES COMPRIMIDAS
- C 2403 em curto. Vertical fica irregular e a tensão no pino 7 do IC7401 fica com nível alto. Ap. perde o OSD também. – R 3407 alterado ou aberto. Utilizar dois resistores conforme informativo de serviço numero 06CT97-12.
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qua 15 jun 2011
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Sistema OperacionalSem comentários
Além de prometer revolucionar a maneira como o usuário interage com a sua máquina, a Microsoft ressaltou que desempenho e suporte a novas tecnologias como processadores de 128 bits, renderização tridimensional em rede e comandos dinâmicos por voz são o foco do novo sistema.
Windows Store
A Microsoft pode lançar em breve a Windows Store, um lugar para adquirir aplicativos para Windows e, aparentemente, dispositivos móveis também. O serviço seria hospedado em clould computing ou seja “nas nuvens” e ajudaria desenvolvedores a atingir seu público-alvo.
Inclusive o domínio: windowsstore.com. Já está registrado e pode ser lançado em breve.
Reconhecimento Facial
A data prevista para o lançamento do Windows 8 é 2012. Imagine você fazer o login na sua máquina com seu rosto? O PC detectaria a presença do usuário e faria o login automaticamente.
O palpite dos mais entusiastas é a aplicação do conceito Kinect ao login do Windows 8, o que dá margem para várias possibilidades interessantes. Por exemplo, sentar-se na cadeira para ligar o computador, e apenas levantar para entrar em modo de hibernação. E se outra pessoa aparecer na câmera? Simples, o sistema alterna o usuário.
Display avançado
O 3D já está em toda parte. Em 2012, pode ser algo razoavelmente simples e acessível. Rumores apontam bastante atenção da Microsoft com a experiência gráfica do sistema. Um dos destaques é a detecção de luz do ambiente para automaticamente ajustar o brilho da imagem em conformidade.
Portabilidade
A possibilidade manter dados pessoais em “cloud computing” pode indicar dois focos da Microsoft: levar o Windows 8 facilmente a diversas plataformas e aproximar cada vez mais a experiência do usuário com dispositivos móveis no desktop.

Acompanhando as tendências de implementação de telas sensíveis ao toque (já um dos pontos fortes do Windows 7), o Windows 8 quer dar um salto adiante em relação à concorrência da Apple (com a tecnologia que alimenta os iPhones).
O sistema oferecerá, além do suporte para navegação por toques múltiplos — para zoom, e até remanejamento de arquivos —, reconhecimento extensivo de gestos.
Ou seja, para abrir a evolução do Menu Iniciar basta arrastar o dedo para cima da tela…
Quer maximizar todas as janelas? Então agite seus dedos de forma desordenada pela tela. Se não estiver próximo do monitor, não se preocupe, pois a mesma câmera utilizada para o login reconhece todos os seus movimentos, transformando-os em comandos quando solicitada.
Outro exemplo interessante, demonstrado pela Microsoft em uma conferência na Califórnia, foi a ordenação de espaços de modo personalizado.
Para fazer com que as janelas ocupem espaços fixos em sua tela, basta tocar com os dedos todos os programas escolhidos e depois arrastar novamente o dedo nas áreas que cada um deve ocupar.
Estas são apenas algumas funções que devem estar disponíveis no Windows 8. Basta saber se todas elas serão implementadas no novo sistema que está chegando!
Fonte: webdig
sex 10 jun 2011
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DiversosSem comentários
O YouTube irá disponibilizar mais de 3 mil títulos para aluguel a partir desta segunda-feira (9). O serviço, batizado de YouTube Rentals, está disponível por enquanto apenas para internautas nos Estados Unidos. Não há previsão para a chegada do sistema ao Brasil.
O site, que pertence ao Google, oferecerá desde blockbusters de Hollywood a filmes estrangeiros e de produtoras independentes. O valor da locação será de US$ 1 a US$ 4. A maioria dos filmes do site custa cerca de US$ 3. Muitos filmes, inclusive alguns oferecidos antes do atual lançamento, estão disponíveis para visualização gratuita assim como outros clipes.
O YouTube passou os últimos dois anos desenvolvendo seu popular website para modernizar a sua imagem de um site com vídeos de 2 minutos e má qualidade sobre os filhos e animais de estimação dos usuários.
A meta do YouTube é obter mais visualizações de seus vídeos que, em um setor cujo conteúdo evolui cada vez mais rápido, precisam oferecer melhores valores de produção para competir com ofertas pagas de outros sites como o Hulu, Netflix e sites de emissoras de TV como CBS e ABC, da Walt Disney.
Fonte: G1
sex 10 jun 2011
Postado por eletronicaetk na Categoria
DiversosSem comentários
A Televisão digital, ou TV digital, usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo atingir o alvo de muito alta qualidade na imagem (alta definição).
Os padrões em operação comercial são capazes de transportar até 19 Mbps. Em termos práticos, isto é o equivalente a um programa em alta definição, que ocupa 15 Mbps, ou quatro programas em definição padrão, que consomem em média 4 Mbps cada.
História
A história da televisão digital inicia-se nos anos 1970, quando a direção da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK) juntamente com um consórcio de cem estações comerciais, dão carta branca aos cientistas do NHK Science & Technical Research Laboratories para desenvolver uma TV de alta definição (que seria chamada de HDTV).
Inovações técnicas e tecnológicas da TV Digital
Qualidade técnica de imagem e som
- Resolução de imagem – Os primeiros estudos sobre a melhoria da resolução da imagem foram realizados na universidade de Massachusetts, onde os aparelhos receptores de TV tinham apenas 30 linhas de vídeo. Ao longo das décadas de 1930 e 1940, os novos aparelhos já apresentavam 240 linhas de vídeo. Atualmente, um monitor analógico de boa qualidade apresenta entre 480 e 525 linhas. Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV.
- Novo formato da imagem – A tela dos monitores digitais passará do formato 4:3, típico da TV analógica, para o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico.
- Qualidade do som – A televisão iniciou com som mono (um canal de áudio), evoluiu para o estéreo (dois canais, esquerdo e direito). Com a TV digital, passará para seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som e home theaters).
- Sintonia do Sinal sem fantasmas – A TV digital possibilitará a sintonia do sinal sem a presença de fantasmas e com qualidade de áudio e vídeo ausentes de ruídos e interferências.
Interatividade
- Interatividade Local – O conteúdo é transmitido unilateralmente para o receptor, de uma só vez. A partir daí, o usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. Um novo fluxo de dados ocorre apenas quando é solicitada uma atualização ou uma nova área do serviço é acessada.
- Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado – A interatividade é estabelecida a partir da troca de informações por uma rede à parte do sistema de televisão, como uma linha telefônica. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão se dá pelo telefone.
- Interatividade com Canal de Retorno Dedicado – Com a expansão das redes de banda larga, pode ser desenvolvido um meio específico para operar como canal de retorno. Para isso, o usuário da TV digital necessitaria não apenas de antenas receptoras, mas também de antenas transmissoras, e os sistemas, a capacidade de transportar os sinais até a central de transmissão.
Acessibilidade
- Facilidades para Gravação de Programas – A introdução de sinais codificados de início e fim de programas facilitará o acionamento automático de videocassetes ou gravadores digitais dos usuários.
- Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores – Alguns modelos de aparelhos receptores ou mesmo os conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes aos discos rígidos utilizados nos computadores) que poderão armazenar muitas horas de gravação e permitir que o usuário escolha a hora de assistir o programa que desejar.
- Múltiplas Emissões de Programas – A transmissão de um mesmo programa em horários descontínuos (um filme, por exemplo, iniciando de 15 em 15 minutos) em diversos canais permitirá que o usuário tenha diversas oportunidades para assistir ao programa desejado a um horário escolhido.
Recepção
- Otimização da Cobertura – A tecnologia digital possibilita flexibilidade para ajustar os parâmetros de transmissão de acordo com as características geográficas locais. Em áreas acidentadas ou com muitos obstáculos (grandes cidades com muitos edifícios, por exemplo) pode ser utilizado o recurso da transmissão hierárquica. Com este recurso, um programa pode ser transmitido (com sinal menos robusto) de modo a ser recebido em locais mais favoráveis, através de antenas externas, por exemplo, enquanto outro programa ou o mesmo programa do mesmo canal é transmitido (com sinal mais robusto) com uma menor resolução de imagem para recepção em todos os pontos da área de prestação do serviço. Isto permite que terminais portáteis ou móveis (instalados em veículos) possam receber sem problemas as transmissões.
TV Digital via satélite no Brasil
Com uma antena parabólica e um receptor de satélite que receba sinal digital em banda C e apontando a antena para o satélite Brasilsat B3 os canais disponíveis são: RedeTV!, Rede Super, TV Gazeta, SBT, Band, Rede 21, MixTV, TV Cultura, TV Mundial, CineBrasil, SescTV, TV educativa, TV Sul Bahia, TV MIX Limeira, Record, Rede Familia, CNT, TV Shop Tour, TV Ra-Tim-Bum, Rede Globo, entre outros canais. A qualidade da imagem é digital (igual da TV a cabo), porém algumas emissoras ( Globo, SBT, Record, Band e RedeTV! ) já exibem alguns programas em HD ( alta definição ).
Meios de transmissão
Assim como a televisão analógica convencional, o sinal digital viaja por diferentes meios – que deverão continuar coexistindo após a adoção do padrão digital.
- Terrestre – Transmitido por ondas de radiofrequência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo econômico é o mais baixo, não há necessidade de pagar assinaturas bastando às grandes emissoras de televisão no país e suas retransmissoras efectuarem as devidas adaptações, exigindo também da parte dos consumidores, a aquisição de novos receptores. No Brasil, algumas companhias de televisão por assinatura já transmitem a sua programação usando um sistema semelhante denominado MMDS. Em Portugal, a televisão digital terrestre foi inaugurada em 29 de abril de 2009, adotando, como no resto da Europa, o sistema DVB-T (Digital Video Broadcasting – Terrestrial).
- Satélite – Já em uso no Brasil desde 1996 através das TVs por assinatura de banda Ku (SKY, Tecsat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais a antenas parabólicas específicas, denominado de banda C digital sem custos financeiros para a recepção.
Atualmente, existem vários satélites com transmissões digitais abertas, chamados de sistemas Free to air (FTA), em formato DVB encontradas em satélites como a série BrasilSat (PAS B1, PAS B2, PAS B3 e PAS B4), Nahuel, Amazonas, Hispasat, entre outros, com programação variada, desde canais abertos (Rede Minas, TV Record, RedeTV!), emissoras regionais, rádios e canais estrangeiros.
- Cabo – Utiliza redes de cabo convencionais CATV para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo.
Normalmente as operadoras de televisão a cabo recebem quase todos os canais através de satélite. Após a recepção, filtragem e amplificação poderão existir dois processos para a transmissão no cabo, sendo um deles a codificação analógica dos canais (canais premium, pay-per-view, conteúdo explícito para adultos, etc) criando-se um empacotamento, modulação e depois a transmissão no cabo.
Alguns canais, dependendo do interesse da operadora podem ser transmitidos diretamente no cabo sem a codificação analógica, como é o caso da recepção dos canais locais da cidade em que a operadora de TV a cabo se situa, os chamados canais Off Air, porém passam pelo processo de recepção, filtragem amplificação, modulação e transmissão.
Em resumo, para os canais recebidos via satélite, eles são convertidos de sinais digitais (DVB-S), para sinais analógicos e depois transmitidos no cabo.
Tipos de televisor
- Televisor Analógico – Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões analógicas, mas não recebe transmissões digitais, necessitando, para isso, de um conversor digital (Set-Top-Box).
- Televisor Digital – Possui um sintonizador interno que permite receber as transmissões digitais sem necessidade de um conversor digital. Também pode receber transmissões analógicas.
- Televisor HD Ready – Possui sintonizador analógico, mas é capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Com um conversor digital ISDB-Tb, poderá exibir imagens de alta definição transmitidas pelas emissoras de TV Digital no Brasil.
- Televisor HDTV – (High Definition TV ou TV de alta definição) Capaz de reproduzir imagens com definição de 720 ou 1080 linhas horizontais. Os modelos cuja definição nativa é de 1080 linhas, se possuírem a função progressive scan, podendo exibir imagens com 1080 linhas de definição horizontal progressiva (1080p), são conhecidos como Full HD. Quando utilizados em fontes de sinal 1080i (ex: transmissões em HD) ou 1080p (ex: DVD de alta definição, HD-DVD ou Blu-Ray Disc), podem exibir a melhor definição disponível em alta definição.
- Televisor ISDB-Tb Integrado – (conversor digital integrado) Independente de sua tecnologia (CRT, Plasma, LCD ou Projeção), é aquele que possui o conversor digital integrado. Isso significa que pode receber sinais de TV Digital no padrão ISDB-Tb (padrão de TV Digital adotado no Brasil), diretamente da antena, sem necessidade de outro equipamento para converter o sinal (conversor).
- Televisor SDTV – (Standard Definition TV) Possui definição nativa de 480 linhas horizontais. A maior parte dos televisores presentes no mercado pode reproduzir sinais com 480 linhas entrelaçadas (480i). Com a transmissão digital, a qualidade de imagem destes televisores será a mesma que eles apresentam quando conectados a um DVD. O conceito SDTV tem relação com a qualidade de imagem e não com o fato do produto ser digital ou analógico. Um produto SDTV pode ter um sintonizador digital.
- Transmissão terrestre – Através de ondas de radiofreqüência, os sinais analógicos ou digitais são transmitidos pelo ar a partir das antenas terrestres (diferentemente dos satélites, que ficam no espaço) e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção.
- TV a cabo – Sistema que distribui conteúdo audiovisual via cabos. É transmitido por uma operadora, que recebe este conteúdo, nacional ou internacional, e o distribui às casas que pagam mensalmente pelo serviço. Normalmente tem um número significativo de canais disponibilizados.
- TV aberta – Sistema que emite livremente conteúdo audiovisual, sem encargos e taxas para o telespectador. Para ter acesso a este conteúdo, basta que a TV esteja conectada à rede elétrica (tomada, gerador ou bateria) e situada dentro da área de cobertura de alguma emissora aberta.
- TV analógica – Transmissão (sinal aberto) – É o sinal de TV terrestre transmitido de forma analógica. É comum ocorrer perda de qualidade no processo de transmissão / recepção, ocasionando ruídos e interferências na imagem recebida.
- TV de projeção – Funciona como um projetor, porém, a imagem é gerada invertida e projetada na parte de trás da tela do televisor. Assim, vemos a imagem não mais invertida do outro lado. Nos projetores, uma luz muito forte passa por espelhos que a filtram em três cores. Estas se unem e são projetadas para formar a imagem.
- TV de tubo – (CRT) CRT é um acrônimo para a expressão inglesa cathode ray tube, que em português significa “tubo de raios catódicos”. Também conhecidos como Cinescópio. Dentro de sua TV existe um tudo onde encontramos duas placas: uma positiva e outra negativa. Quando a tensão entre as placas é muito alta, gera elétrons, e quando esses atingem a placa positiva, a diferença de energia gera um feixe de luz que atravessa o tubo e para na parte de trás do vidro da televisão, formando a imagem.
- TV ISDB-Tb Digital – Transmissão (sinal aberto) – Sinal de TV terrestre transmitido de forma digital. O grande benefício deste sistema é que não há perda de qualidade no processo de transmissão. Imagem e áudio permanecem 100% com a qualidade do sinal original, eliminando ruídos e interferências características do sistema analógico.
- TV LCD – Um feixe de luz passa por pequenas células que contêm cristal líquido (daí o nome Liquid Crystal Display) controlado por uma corrente elétrica. Assim são geradas as três cores básicas para a formação de imagens: vermelho, verde e azul.
- TV Móvel – É a possibilidade de captar os sinais de TV em dispositivos em movimento: ônibus, trens, metrô, carros, barcos, etc.
- TV Plasma – No painel de plasma, encontramos pequeninas células que contêm uma mistura de gases. Quando uma corrente elétrica passa por essas células, excita os gases que passam para o estado plasma, gerando luz.
- TV Portátil – É a recepção em equipamentos portáteis, que podem ou não estar em movimento. Exemplo: televisores e computadores de mão equipados com receptor de TV ou telefones celulares equipados com chip receptor, nos quais o espectador pode assistir à programação deslocando-se ou não.
- TV Via Satélite – Com o avanço da tecnologia foi possível receber o sinal diretamente via satélite nos domicílios. Um satélite recebe a transmissão de outros satélites ou de uma central terrestre, e retransmite para as casas que possuem uma antena específica apontada para ele. É um serviço pago.
HDTV
Em sua maior resolução de imagem – High Definition Television (HDTV) – Este padrão prioriza a nitidez e qualidade da imagem em detrimento do número máximo de canais a serem transportados em uma mesma freqüência. Atualmente, a resolução HDTV encontra resistência em avançar no mundo, sendo o alto custo da solução um dos principais obstáculos. O HDTV é atualmente utilizado em algumas grandes cidades localizadas em partes dos Estados Unidos, do Japão e de algumas regiões da Europa (para quem dispõe de uma TV com esta tecnologia)..
Momento tecnológico no Brasil
O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram parte dos testes de laboratório e de campo para comparar a eficiência técnica dos três padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais. Devemos dar destaque a Universidade Presbiteriana Mackenzie, juntamente com equipamentos da NEC, que realizaram diversos testes em laboratório e em campo, para a escolha do padrão de TV digital japonês. E a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EPUSP) que em seu laboratório de Sistemas Integrados, chegou a criar um padrão totalmente brasileiro de transmissão. A TV Digital no Brasil chegou às 20h48min do dia 2 de dezembro de 2007, com pronunciamento do Presidente da República. Inicialmente na Grande São Paulo, pelo padrão japonês com algumas adaptações. No dia 20 de Abril o sinal de Alta Definição foi liberado pela Rede Globo apenas na região metropolitana do Grande Rio. O sinal de TV digital também já está presente em Campinas,Cuiabá, Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba, Vitória, Florianópolis , Salvador, Uberlândia, Teresina, Santos , Brasília, Joinville, Recife , Manaus, Sorocaba, São Luís e Campo Grande.
Fonte: Wikipedia
sex 10 jun 2011
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A NHK, emissora pública japonesa, testou mundialmente uma resolução de 8k (7680 x 4320 pixels), qualidade que chega a ser quatro vezes superior à alta definição de 1080p. A transmissão, que teve a colaboração da NTT Electronics, atravessou o globo com um lag de apenas 0,3 segundos – um grande marco, se comparado à transmissão comum de imagens por satélite, que apresenta um lag médio de 1,2 segundo.
A Super Hi-Vision, como é conhecida, acompanha canais de áudio 22.2. De acordo com o Akihabara News, a tecnologia de super-alta definição começou a ser testada em 2008, e seu último teste bem sucedido ocorreu em setembro do ano passado. Neste último experimento, Londres transmitiu um concerto ao vivo para o Japão. Para a transmissão do concerto, foi necessária a utilização de uma banda de 24 GB.
É esperado que, até 2020, a tecnologia esteja pronta para ser usada pela emissora regularmente.
Fonte: Olhar Digital
sex 10 jun 2011
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É comum ver, nas lojas de eletrônicos, os consumidores parados em frente às TVs de alta definição: pela alta qualidade, as imagens podem impressionar até os menos ligados no assunto. Os números do mercado comprovam o interesse e indicam que esse tipo de tecnologia tem cada vez mais espaço na casa dos brasileiros: segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a Zona Franca de Manaus produziu 1,86 milhão de TVs de LCD e plasma de janeiro a julho deste ano, contra 1,18 milhão no mesmo período de 2008. No ano passado inteiro, foram 2,7 milhões de unidades.
Como no país os modelos de LCD são mais populares que os de plasma, o G1 elaborou um guia para ajudar na compra desses aparelhos que caíram no gosto dos consumidores. Confira abaixo o que você precisa saber antes de levar um modelo para casa.
Características
A TV de LCD (tela de cristal líquido) está dentro da categoria dos aparelhos de alta definição, da qual também fazem parte as TVs de plasma e, mais recentemente, os modelos LED. As imagens nos aparelhos modernos são bem mais detalhadas do que aquelas exibidas no modelo analógico (a tradicional TV de tubo).
O formato da transmissão para esse tipo de aparelho é de 16:9, assim como no cinema, contra 4:3 dos televisores antigos. Isso aumenta o campo de visão do telespectador e exige imagens em alta definição. Se um canal não estiver no formato digital, mas sim analógico (menos qualidade), é possível que duas faixas pretas apareçam nas laterais da tela – ao tentar evitá-las, o dono da TV pode acabar distorcendo a imagem.
As TVs LCD também apresentam melhorias em relação ao som: algumas possuem alto-falantes para sons agudos e graves, além dos alto-falantes tradicionais. Os aparelhos também permitem o uso de sistema de áudio surround 5.1: assim, com a aquisição de um home theater, diferentes tipos de sons serão emitidos em diferentes pontos da sala, reproduzindo ao telespectador um ambiente parecido com aquele exibido na tela.
Para tirar todo proveito dessa tecnologia, as TVs em alta definição precisam de fontes que sigam esse padrão, como aparelhos de Blu-ray e sinal de TV digital (para evitar as faixas pretas laterais). Uma TV LCD está programada para funcionar em média 60 mil horas ou 20 anos, se usada oito horas por dia, segundo fabricantes.
Resolução
A imagem exibida na tela da TV é composta por pequenos pontos coloridos, os pixels, que ficam alinhados: quanto maior a quantidade de pixels, maior a definição da imagem. Enquanto imagens em alta resolução têm até 1.080 linhas horizontais, nas TVs de tubo, convencionais, cada quadro é formado por 480 linhas. A TV LCD com maior resolução do mercado atualmente é a chamada Full HD, que tem resolução de 1.920 x 1.080.
Mesmo sem conhecer as informações técnicas, o telespectador acostumado a uma TV de tubo (480 linhas) certamente saberá que a qualidade da imagem é superior quando assistir a um jogo de futebol, com transmissão em alta definição, em uma TV com 1.080 linhas.
Segundo Daniela Hashizume, gerente de produtos da área de TV da Samsung, um aparelho já é considerado de alta definição com resolução de 1.024 x 768. Modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, os modelos apresentados no mercado como 720p (eles têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).
Os fabricantes usam as letras “p” e “i” quando falam em resolução, para demonstrar o tipo de atualização de imagens: progressiva ou entrelaçada. No primeiro caso (considerado de maior qualidade), as linhas são atualizadas de forma simultânea, enquanto no segundo a atualização é feita primeiro pelas linhas ímpares e depois pelas linhas pares. Isso tudo acontece em frações de segundos: o usuário não consegue ver a atualização, mas o resultado é melhor na alternativa progressiva. Sendo assim, a melhor resolução disponível no mercado é a de 1080p.
Preço
Ao contrário das TVs de plasma, disponíveis a partir de 40 polegadas, as TVs LCD podem ser encontradas em tamanhos menores – teoricamente, quanto menor a tela, menor o preço.
No Brasil, há, por exemplo, um modelo simples, com 22 polegadas, 2 entradas HDMI e resolução de 1.366 x 768, por R$ 1,5 mil. Já por R$ 9,1 mil, é possível levar para casa um aparelho com características bem mais avançadas: 52 polegadas, full HD (1.920 x 1.080), conversor digital integrado e quatro entradas HDMI.
Se o consumidor não for dos mais exigentes, ele pode encontrar um bom produto – mas não com a máxima qualidade – por cerca de R$ 2 mil. Esse é o valor de uma TV LCD com 32 polegadas, resolução de 1.366 x 768, 3 entradas HDMI e conversor de TV digital integrado. Se desembolsar um pouco mais R$ 3.150, ele compra uma LCD de 42 polegadas sem o conversor, mas full HD e com 3 entradas HDMI.
E a TV de plasma?
No Brasil, as TVs de LCD são mais populares que as de plasma – tanto que nem todos os fabricantes disponibilizam a segunda alternativa. Cesar Trajano Rodrigues, gerente de compras de eletrônicos do Magazine Luiza, acredita que a preferência pelo LCD pode estar ligada a um paradigma inicial, de que o plasma possuía tempo de vida curto e tinha um consumo de energia elevado. “Essa ideia pode ter assustado um pouco o consumidor brasileiro, tornando o plasma até hoje um ‘vilão’ nas vendas de TVs”, disse ao G1.
Já Daniela Hashizume, da Samsung, afirma que a maior popularidade da LCD pode estar associada ao tamanho dos televisores. “Há muitos tamanhos disponíveis com a tecnologia LCD: elas vão de 22 polegadas a 55 polegadas. Já as TVs de plasma surgem a partir de 42 polegadas, que não cabem em todas as casas nem são acessíveis para todos os bolsos”, diz a gerente de produtos da área de TV.
No Brasil, o preço do modelo de plasma pode ser mais vantajoso, porém existem menos alternativas disponíveis no mercado. Ainda entre as vantagens desse modelo, os especialistas dizem que a TV de plasma tem melhor qualidade e maior ângulo de visualização (fica mais fácil assistir à TV quando se está ao lado dela) que o LCD.
Por outro lado, o plasma tende a refletir mais luz: sendo assim, é menos aconselhada para ambientes claros. Uma desvantagem citada com frequência quando se trata desse modelo é o consumo de energia, que diminuiu com o desenvolvimento da tecnologia, mas ainda é superior ao das TVs de LCD.
LED TV
Uma novidade na área de alta definição é a TV de LED (light emiting diode), vendida no Brasil pela Samsung (o modelo de 40 polegadas é encontrado por cerca de R$ 6 mil). Por conta dessa nova tecnologia, o fabricante promete maior qualidade nas imagens e redução no consumo de energia em até 40%.
Tamanho da tela
Nem sempre a maior tela de LCD será a melhor escolha: essa decisão depende do ambiente onde o televisor será colocado. Por isso, a Philips criou uma tabela que indica a quantos metros o televisor deve ficar do telespectador, dependendo do tamanho da tela. Confira.
- De 19 a 26 polegadas = de 1,5 a 2 metros.
- De 32 a 37 polegadas = de 2,4 a 2,8 metros.
- De 42 a 47 polegadas = de 3,2 a 3,6 metros.
- Acima de 52 polegadas = mais de 4 metros.
Aspectos técnicos
Para definir qual TV LCD levar para casa é importante conhecer alguns aspectos sobre essa tecnologia. Confira abaixo as informações antes de ir às compras.
- Entrada HDMI. Conexão de alta definição para áudio e vídeo, realizada através de um único cabo. Com essa entrada, é possível conectar aparelhos de Blu-ray, computadores ou videogames de última geração à TV de LCD. Se o usuário pretende conectar muitos aparelhos, deve optar por um televisor com mais entradas (quatro, por exemplo).
- Conversor digital integrado. Permite que o usuário assista aos canais de TV transmitidos em alta definição pelo Sistema Brasileiro de TV Digital. Para isso, o televisor precisa ter sido comprado no país – caso contrário, a tecnologia pode não ser compatível.
- Frequência. As TVs de LCD convencionais apresentam 60 Hz, o que representa exibição de 60 imagens por segundo. Há também alternativas de 120 Hz, que garantem mais qualidade nas cenas de velocidade. “Quanto maior a frequência, melhor a resolução da imagem em movimento”, diz Cesar Trajano Rodrigues, do Magazine Luiza.
- Potência de Áudio. Esse valor, que determina a intensidade do som, é considerada bom quando tem 20 W (watts). Há alternativas com mais potência, para os mais exigentes.
- Resolução. É o que determina a qualidade da imagem. Atualmente, o modelo com maior resolução do mercado é o Full HD (1.920 x 1.080). Os modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD Ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, as versões apresentadas no mercado como 720p (elas têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).
- Taxa de contraste. Quanto maior, mais será a variedade de cores: essa taxa mede a diferença de intensidade entre o branco e o preto. Nas especificações, esse valor – que segue a máxima do “quanto mais, melhor” — aparece como 80.000:1 e 100.000:1, por exemplo.
- Tempo de resposta. É o tempo de transição que leva para os pixels apagarem e acenderem, quando reproduzem o movimento da imagem. Esse período é medido em milisegundos (MS) e, por isso, o ideal é que o valor seja pequeno.
Fonte: Portal de Notícias G1