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	<title>Eletronica ETK &#187; MONITORES DE VÍDEO</title>
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	<description>O maior portal de dicas de defeitos</description>
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	<language>en</language>
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		<title>Menus secretos de monitores – Continuação 1</title>
		<link>http://www.eletronicaetk.com.br/menus-secretos-de-monitores-%e2%80%93-continuacao-1</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 03:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[Modo de Serviço de Monitores]]></category>

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		<description><![CDATA[Jtec, um que tem o desenho de um ratinho no canto. Possui dois botões rotativos na frente, sendo que um deles também é possível apertar. O FCC começa com GKR: Ligar pressionando o botão. Colaboração: Marcelo Zazulak LG Studioworks 500E-500G-500N CB553H – CA120 1° Pressionar o botão de seleção esquerdo juntamente com o botão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jtec, um que tem o desenho de um ratinho no canto.<br />
Possui dois botões rotativos na frente, sendo que um deles também é possível apertar. O FCC começa com GKR: Ligar pressionando o botão.<br />
Colaboração: Marcelo Zazulak</p>
<p>LG Studioworks 500E-500G-500N<br />
CB553H – CA120<br />
1° Pressionar o botão de seleção esquerdo juntamente com o botão de power até o monitor piscar.<br />
2° Selecionar então no menu OSD a opção desmagnetizar e executar o ajuste secreto das cores e correções.<br />
3° Para voltar ao menu OSD de usuário refaça o passo de numero 1<br />
Colaboração: Luís Alfredo Merlin. Luis_RP</p>
<p>LG Studioworks 575N &#8211; 775N<br />
1° Pressionar o botão de seleção esquerdo juntamente com o botão de power até o monitor piscar.<br />
2° Selecionar então no menu OSD a opção desmagnetizar e executar o ajuste secreto das cores e correções.<br />
3° Para voltar ao menu OSD de usuário refaça o passo de numero 1</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Menus secretos de monitores</title>
		<link>http://www.eletronicaetk.com.br/menus-secretos-de-monitores</link>
		<comments>http://www.eletronicaetk.com.br/menus-secretos-de-monitores#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Nov 2008 19:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[AOC]]></category>

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		<description><![CDATA[Estes menus secretos são ativados apara ajustes de cor, (ganho e nível de preto) além de ajustes de canto etc. AOC 4En / 5En (os com 3 botões que não possuem OSD): Ligar o monitor segurando o &#8220;select&#8221; e o &#8220;up&#8221; &#8211; os dois botões extremos. Vão acender os 4 leds do lado esquerdo, depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estes menus secretos são ativados apara ajustes de cor, (ganho e nível de preto) além de ajustes de canto etc.</p>
<p>AOC 4En / 5En (os com 3 botões que não possuem OSD):<br />
Ligar o monitor segurando o &#8220;select&#8221; e o &#8220;up&#8221; &#8211; os dois botões extremos. Vão acender os 4 leds do lado esquerdo, depois o modo de serviço estará habilitado. Nos mais novos, é possível atuar no ajuste dos cantos.<br />
No caso desses monitores, eles tem 2 modos de serviço: Aquele já conhecido, onde você liga segurando os botões extremos, e outro, para regulagem de cores, onde você liga segurando o &#8220;select&#8221; e o &#8220;down&#8221;.</p>
<p>Você liga segurando os botões, e assim que aparecer imagem, aperta o &#8220;select&#8221;. Aí você vai notar que em vez de acender um led, acendem todos menos um, que é o que indicará a função selecionada para ajuste.</p>
<p>Os significados dos leds, da esquerda para a direita:<br />
1 e 2 são brilho e contraste, como no modo de serviço normal.<br />
3 é o bias do vermelho<br />
4 é o bias do verde<br />
5 é o bias do azul<br />
6 é o ganho do vermelho<br />
7 é o ganho do verde<br />
8 é o ganho do azul</p>
<p>have fun&#8230;<br />
Colaboração: Marcelo Zazulak</p>
<p>AOC S551<br />
Entrar no menu, na opção ZOOM pressionar o botão MENU até o menu de serviço aparecer.Este monitor tem um contador de horas de uso.<br />
Colaboração: Marcelo Zazulak</p>
<p>AOC 19&#8243; GLR+<br />
SETUP: Pressione MENU. Coloque o cursor no ZOOM. Pressione MENU e segure até surgir o Menu de Serviço.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>TEORIA, PRATICA DE BANCADA E DICAS DE CONSERTO</title>
		<link>http://www.eletronicaetk.com.br/teoria-pratica-de-bancada-e-dicas-de-conserto</link>
		<comments>http://www.eletronicaetk.com.br/teoria-pratica-de-bancada-e-dicas-de-conserto#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 14:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[TEORIA, PRATICA DE BANCADA E DICAS DE CONSERTO]]></category>

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		<description><![CDATA[MONITORES UM POUCO DE TEORIA&#8230; PRÁTICA DE BANCADA E DICAS DE CONSERTO&#8230; A intenção deste texto não é solucionar todos os problemas que o técnico encontra no dia a dia no conserto de monitores, mas sim de apresentar um resumo básico de um diagrama de blocos, explicando a função de cada um e sugerindo qual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><p align="center"><strong>MONITORES UM POUCO DE TEORIA&#8230;<br />
PRÁTICA DE BANCADA E DICAS DE CONSERTO&#8230;</strong></p>
<p>A intenção deste texto não é solucionar todos<br />
  os problemas que o técnico encontra no dia a dia no conserto de monitores,<br />
  mas sim de apresentar um resumo básico de um diagrama de blocos, explicando<br />
  a função de cada um e sugerindo qual defeito aquele bloco pode<br />
  causar. Antes porém uma breve introdução sobre deflexão<br />
  eletromagnética e sobre o princípio de cinescópios ou<br />
  tubos.Também estaremos falando de alguns estágios mais profundamente,<br />
  pois são os que consideramos mas sujeitos a defeitos. Embora os componentes<br />
  estudados possam ser diferentes e os circuitos apresentados sejam mais simples<br />
  o conceito continua o mesmo, sendo assim veremos como funciona a deflexão<br />
  eletromagnética, a exploração horizontal, a exploração<br />
  vertical, o amplificador de vídeo ou RGB e a fonte de alimentação.<br />
  Falaremos também de como testar alguns componentes e daremos algumas<br />
  dicas. Alertaremos você leitor e técnico a ir montando um suprimento<br />
  de CIS, diodos, capacitores e transistores usados em monitores, isto para agilizar<br />
  o seu trabalho.</p>
<p>É importante frisar que para um conserto mais rápido e eficiente é muito útil<br />
  o uso de um gerador de padrões para monitores. Existem alguns a venda,<br />
  adquira um.</p>
<p>EXEMPLO DE UM DIAGRAMA DE BLOCOS DE UM MONITOR</p>
<p><img src="image/image001.jpg" width="629"> </p>
<p>O sinal entra no monitor, através do cabo, e é separado o vídeo<br />
  do sincronismo. Enquanto que o vídeo e pré-amplificado depois<br />
  será amplificado e aplicado no tubo sob a forma de três sinais<br />
  diferentes, chamados de RGB, o sincronismo é direcionado para um IC<br />
  que tem a função de tanto distribuí-lo para a parte do<br />
  On Screen, como para o processamento horizontal e vertical, que fará com<br />
  que o monitor responda a diferentes resoluções, o que corresponde<br />
  a dizer a diferentes freqüências horizontais e verticais. O sincronismo<br />
  vertical irá controlar o oscilador vertical e depois será aplicado<br />
  na bobina defletora ou Yoke (e nome antigo), o sincronismo horizontal comandará o<br />
  oscilador horizontal e este oscilador terá o seu sinal amplificado e<br />
  será aplicado nas bobinas de deflexão horizontal, ao mesmo tempo é criada<br />
  a alta tensão pelo flyback que será aplicada no segundo anodo<br />
  do tubo. O flyback também é responsável por gerar algumas<br />
  outras tensões para alimentar o circuito e por gerar, através<br />
  de um divisor resistivo preso mecanicamente a ele, a tensão de foco<br />
  e a tensão de screen. A tensão de foco possui um valor próximo<br />
  a 1/5 da tensão do segundo anodo ou chupeta, sendo assim esta tensão<br />
  de foco tem um valor próximo a 5.000 volts. A tensão de screen é mais<br />
  baixa (a tensão de screen também poderia ser chamada de G2).<br />
  O controle de brilho, normalmente participa de um circuito comum, ao controle<br />
  de G1. G1 é uma tensão que controla o apagamento dos feixes de<br />
  elétrons durante o período de retraço. Normalmente também<br />
  há um controle automático de brilho ou contraste neste mesmo<br />
  setor. A corrente do transistor de saída horizontal é monitorada<br />
  de forma a não passar de determinados limites e gerar uma alta tensão<br />
  (lembre-se que a saída horizontal controla a corrente que passa pelo<br />
  flyback, que é um transformador sintonizado e um aumento na corrente<br />
  sem aumento de consumo de corrente no secundário causaria uma alta tensão<br />
  superior a 25KV e a uma alta emissão de Raios &#8211; X) acima de valores<br />
  permitidos. O microcontrolador ou processador, em monitores modernos, geralmente<br />
  trabalha conversando com uma memória E2PROM ou EEPROM, utilizando um<br />
  protocolo da Philips chamado de I2C (Philips e I2C são marcas registradas).<br />
  Em monitores, normalmente existem circuitos controles e ajustes para trabalhar<br />
  com a altura, largura, posicionamento, efeito almofada, etc. Em monitores comuns<br />
  isto é feito por potenciômetros e trimpots, em monitores, chamados<br />
  de digitais, estes controles todos são feitos pelo micro controlador<br />
  ou por um IC específico. que trabalha em conjunto com o micro controlador<br />
  e com os pulsos de sincronismo horizontal e vertical.</p>
<p>A entrada de AC possui um filtro formado por indutores e capacitores visando<br />
  enviar o mínimo de ruído para a rede e em alguns monitores mais<br />
  modernos e caros até o fator de potência e controlado, para evitar<br />
  perda desnecessária de energia. Logo após a entrada vem o DEGAUSS,<br />
  nada mais que um PTC ou Varistor em série com uma bobina que fica enrolada<br />
  em volta do tubo, sua função e desmagnetizar o tubo toda vez<br />
  que o monitor é ligado. Desmagnetizar quer dizer tirar manchas nas imagens<br />
  provenientes de campos eletromagnéticos externos, como imãs,<br />
  por exemplo. A fonte é composta de uma ponte retificadora e um capacitor<br />
  de valores entre 220uF a 560 uF (podem existir outros valores) e tensão<br />
  de isolação entre 385 a 500Vcc. Eles precisam ter esta tensão<br />
  de isolação, pois estas fontes funcionam com tensões entre<br />
  90 a 240 volts, geralmente, e se você ver o valor de pico que pode chegar<br />
  240 volts verá a necessidade disto ( VP = Vrms / 0,707 = 240 / 0,707<br />
  = 340 volts. Com um capacitor deste, mesmo no pior caso ele está a salvo.<br />
  Se ligada em 127 volts sobre o capacitor sempre ficará uma tensão<br />
  de aproximadamente 180 Vcc (varia entre 160 a 180 volts depende da rede de<br />
  AC). Depois de retificada e filtrada a tensão da rede é aplicada<br />
  no coletor de um transistor bipolar, ou no source de um Mosfet de potencia,<br />
  através do enrolamento primário do trafo de núcleo de<br />
  ferrite da fonte. Esta tensão também é aplicada sobre<br />
  um divisor resistivo (esta é uma das formas de se partir uma fonte)<br />
  e um valor menor é aplicado no IC ou circuito responsável pela<br />
  modulação PWM do transistor chaveador. Se for um transistor bipolar<br />
  uma onda quadrada será aplicada a sua base e se for um PowerMosfets<br />
  ou mosfet de potencia, será aplicada ao seu gate. A tensão de<br />
  saída será monitorada através de um enrolamento isolado<br />
  do trafo ou de um foto acoplador e um regulador shunt (normalmente o TL431).<br />
  Qualquer variação será percebida e fará o transistor<br />
  chaveador conduzir mais ou menos, de acordo com a modulação por<br />
  largura de pulso (PWM) deixando sempre correta a tensão na saída<br />
  da fonte.</p>
</p>
<p align="center"><strong>PROBLEMAS MAIS COMUNS</strong></p>
<p><strong>Cores ou imagem alteradas:</strong></p>
<p>Cabo quebrado – monitor não liga, falta uma das cores ou monitor<br />
  liga, mas não aparece imagem.</p>
<p>CI de RGB – pode queimar e aí não aparecerá nada<br />
  na tela, falta de uma das cores, falta de algumas cores.</p>
<p>Imagem arrastando – cabo de vídeo com a malha quebrada ou cabo<br />
  de má qualidade, experimente trocar o cabo ou colocar um ferrite no<br />
  cabo. Falta da tampa sobre a placa do soquete do tubo.</p>
<p>Imagem fora de foco – tubo fraco ou, geralmente problemas no flyback.</p>
<p>Imagem com linhas de retraço – problemas nos circuitos de brilho,<br />
  G1 e screen. Muitas vezes o culpado é o flyback, teste-o girando o ajuste<br />
  de screen e veja se não há mau contato. Outro teste e verificar<br />
  se a imagem fica assim ou fora de foco depois de algum tempo do monitor ligado,<br />
  se isto acontecer troque o flyback.</p>
<p>Sem imagem, mas o monitor está ligando – tenha certeza disto<br />
  aumentando um pouco o screen e vendo se a tela começa a clarear se sim,<br />
  verifique o cabo de ligação (já peguei cabos onde os fios<br />
  do RGB estavam partidos e os do sinc não, daí o monitor ligava,<br />
  mas não aparecia nada), verifique também transistores, CI oi<br />
  CIs do RGB.</p>
<p><strong>Monitor não liga:</strong></p>
<p>Capacitor de filtro da parte hot da fonte – se ele estiver aberto ou<br />
  com pouca capacitância isto poderá acontecer ou mesmo o monitor<br />
  ficar intermitente, ora liga ora não liga.</p>
<p>Ponte retificadora – verifique com um ohmímetro e com o monitor<br />
  desligado e o capacitor de filtro descarregado. Para descarregá-lo use<br />
  um resistor de valor baixo e coloque em curto os seus terminais, mas cuidado<br />
  do choques.</p>
<p>CI chaveador – se for o 3842 ou 3844 há uma grande chance dele<br />
  estar queimado, principalmente se o transistor chaveador também estiver.<br />
  Se for um CI que chaveia a tensão e faz todo o controle, como os da<br />
  série STR, STK, etc, verifique tudo antes de trocá-lo.</p>
<p>Chave liga/desliga – Veja se não está oxidada, principalmente<br />
  em monitores mais velhos. Caso ela esteja boa, mas não pare na posição<br />
  de ligado coloque umas gotas de óleo de máquina em seu mecanismo.</p>
<p>Transistor chaveador – se estiver queimado (aberto ou em curto, nada<br />
  feito) teste-o, mas primeiro identifique se é bipolar, mosfet, etc e<br />
  tal.</p>
<p>Como reconhece-los na hora do aperto???</p>
<p>Pelo código.</p>
<p> Se começarem com BUT, C, 2SC, BU, são bipolares como um BC548.<br />
  Se<br />
  começarem com: IRF, IRFP, K, 2SK, STP, são transistores Mosfets<br />
  de potência. Como testa-los, veja abaixo e use como referencia para outros<br />
FETS:</p>
<p><img src="image/image003.jpg" width="839" height="565"></p>
<p>Se for bipolar teste como um transistor comum, mas fique atento a diodos e<br />
  resistores que ele pode ter internamente. Se possível compare com um<br />
  bom.</p>
<p>Se começarem com BUK, PHP, BUP são IGBTS e eu aconselho você a<br />
  compará-los com um bom. Mas eu nunca vi um monitor usar um IGBT (são<br />
  mais usados em inversores de freqüência, etc e tal).</p>
<p><strong>Ajustes de largura, altura, posição, etc, não<br />
  atuam ou imagem deformada:</strong></p>
<p>Potenciômetros e trimpots – muitas vezes são responsáveis<br />
  por estes defeitos. Se o monitor for digital verifique soldas frias no micro<br />
  controlador, no CI responsável por estes ajustes (normalmente indicado<br />
  como processador de horizontal e vertical).</p>
<p>Bobinas defletoras – raríssima vez vi uma apresentar defeito,<br />
  mas se for a última alternativa&#8230; Tente usar uma boa e emprestada.<br />
  Se você nunca trocou uma defletora preste muita atenção<br />
  e marque a posição de tudo o que estive no tubo, mesmo assim<br />
  você precisará, eventualmente fazer o ajuste de pureza e convergência.</p>
<p>IC responsável pelo processamento horizontal e vertical (exemplo o<br />
  TDA9109) – caso este CI apresente defeito o problema citado acima acontecerá.<br />
  Mas é raro este componente “pifar”.</p>
<p>Outros exemplos de CIS que podem apresentar este defeito são: KSS88C6232N<br />
  que é um micro controlador usado em monitores samsung e o STV7779 que<br />
  faz o comando de vertical e horizontal, mas é raro estes Cis darem defeito<br />
  e provavelmente o defeito em algum deles impedirá o monitor de funcionar,<br />
  mas vale testar se for necessário.</p>
<p>Um outro exemplo é o CI TDA4858 que é um processador de sincronismo<br />
  e convergência – verifique as suas tensões e os componentes<br />
  associados a ele. Este CI é usado em monitores LG.</p>
<p>Capacitores de poliéster ligados entre o transistor de saída<br />
  horizontal e a defletora – principalmente se o defeito for excesso ou<br />
  pouca largura.</p>
<p>Tensões da fonte alteradas – sempre é bom verificar estas<br />
  tensões, e componentes associados a elas, caso encontre algum eletrolítico<br />
  ruim troque por um idêntico de 105º C. Os capacitores usados na<br />
  filtragem da saída de fonte chaveada tem um baixo ESL e uma baixa ESR,<br />
  traduzindo, tem baixíssima indutância e resistência interna<br />
  e isto é muito bom quando se vai filtrar freqüências altas.<br />
  Uma característica deles e de serem para 105º Centígrados.<br />
  Portanto se acha-los para comprar aproveite.</p>
<p>O ideal para testar um capacitor é um capacímetro, mas se não<br />
  tiver um use um multímetro na escala de resistência e compare<br />
  com um bom, veja abaixo como medir:</p>
<p>Antes de começarmos a falar sobre o teste de capacitores é importante<br />
  lembrar que quanto menor o valor do capacitor maior deve ser a escala de medição<br />
  de resistência usada e quanto maior o valor do capacitor menor poderá ser<br />
  a escala utilizada.</p>
<p>Outra consideração importante é que o capacitor deve<br />
  ser descarregado antes do teste, bem como após cada teste. Isto deve<br />
  ser feito para que o teste seja correto além de evitar danos ao multímetro.<br />
  Para descarregar um capacitor é só colocar os seus dois terminais<br />
  em curto através de uma chave de fenda ou um alicate de bico, para isto<br />
  ele deve estar desconectado de qualquer circuito eletrônico. Observação:<br />
  dependendo do uso e do valor do capacitor este pode estar com muita carga e<br />
  ao colocar seus terminais em curto poderão ocorrer faíscas e<br />
  um estalo. Caso o capacitor a ser medido seja para uso com uma tensão<br />
  alta e possua um valor na ordem de microfarads (uF) pode ser necessário<br />
  descarregá-lo através de um resistor de baixo valor (aproximadamente<br />
  100 Ohms) e só depois os seus terminais devem ser colocados em curto.<br />
  Cuidado para não levar choque ao fazer isto, use ferramentas com cabo<br />
  isolado para manusear o resistor e para colocar o capacitor em curto.</p>
<p>Por esta introdução já podemos perceber que devemos utilizar<br />
  a escala de medição de resistência ou Ohms para a medição<br />
  e teste de capacitores.</p>
<p>Antes de testarmos um capacitor vamos nos lembrar um pouco do funcionamento<br />
  de um capacitor. Como sabemos um capacitor impede a circulação<br />
  de corrente contínua e para corrente alternada ele oferecerá certa<br />
  dificuldade. Esta dificuldade é chamada de reatância capacitiva<br />
  (XC), e dependerá do valor do capacitor e do valor da freqüência.</p>
<p>Ao aplicarmos uma tensão contínua sobre um capacitor ele se<br />
  carregará com o valor desta tensão, para que isto aconteça<br />
  uma corrente surgirá entre a fonte de tensão contínua<br />
  e as armaduras do capacitor. Depois que ele estiver carregado esta corrente<br />
  cessará.</p>
<p>Mas você não disse que o capacitor não conduz corrente<br />
  contínua?</p>
<p>Realmente ele não conduz, mas quando aplicamos sobre ele uma tensão<br />
  continua a tendência é que aconteça uma movimentação<br />
  de cargas para as suas armaduras de forma que a armadura que está ligada<br />
  no positivo tenha a mesma quantidade de carga da armadura que esta ligada no<br />
  negativo, e vice-versa. Estas cargas terão valores opostos (em uma armadura<br />
  serão positivas e na outra negativas) estabelecido este equilíbrio<br />
  cessa a corrente. Quanto isto acontece o capacitor se carrega.</p>
<p>Podemos dizer que quanto maior o valor do capacitor maior será o tempo<br />
  necessário para ele se carregar e/ou maior será a corrente para<br />
  ele se carregar.</p>
<p>É bom lembrar que, na escala para medição de resistência,<br />
  um multímetro apresenta em suas pontas de prova uma tensão (é para<br />
  isto que ele usa pilhas ou baterias) e é através desta tensão<br />
  que iremos testar os capacitores, vendo a sua carga através da movimentação<br />
  do ponteiro do galvanômetro. Também é bom relembrar que<br />
  quase todos os multímetros analógicos invertem a polaridade das<br />
  suas pontas quando estão nas escalas de resistência. A ponta vermelha<br />
  passa a ser negativa e a preta positiva. Devemos ficar atento a isto ao se<br />
  medir capacitores polarizados, como os eletrolíticos, por exemplo. Nestes<br />
  casos devemos ligar a ponta positiva com o terminal positivo do capacitor.<br />
  Também é bom relembrar que a escala de resistência apresenta<br />
  um símbolo, que representa o infinito, de um lado e o zero do outro.</p>
<p>Já relembrados estes conceitos vamos aos testes:</p>
<p>- Colocar o multímetro na escala de resistência.</p>
<p>- Encostar uma ponta de prova em cada terminal do capacitor.</p>
<p>- Observar a movimentação do ponteiro do multímetro (não<br />
  precisa marcar o valor).</p>
<p>- Caso o ponteiro suba e desça o capacitor estará bom, ou seja,<br />
  o ponteiro subiu, pois estava circulando uma corrente para carregar o capacitor,<br />
  terminada a carga acaba a corrente e o ponteiro volta para a posição<br />
  inicial, o infinito. Quanto maior o valor do capacitor maior será o<br />
  tempo que o ponteiro levará para subir e descer.</p>
<p>- Se o ponteiro subir e ficar parado em alguma posição entre<br />
  zero e</p>
<p> O infinito (mesmo que comece a descer e pare) o capacitor estará com<br />
  fuga, ou seja, uma corrente contínua está circulando através<br />
  dele e isto já é sinal que este capacitor não está bom.</p>
<p>- Se o ponteiro for direto para o zero o capacitor estará em curto.<br />
  Também não está bom. Neste caso toda a corrente fornecida<br />
  pelas pilhas do multímetro atravessará o capacitor, ele não<br />
  oferece nenhuma resistência, e por isto o ponteiro vai para o zero.</p>
<p>- Se o ponteiro não se mover o capacitor estará aberto, sem<br />
  capacitância, e não estará bom. Neste caso o capacitor<br />
  nem chegou a se carregar e é por isto que o ponteiro nem se moveu. Ficou<br />
  na posição indicada por infinito.</p>
<p>Mas eu posso utilizar qualquer escala de medição de resistência<br />
  para os testes?</p>
<p>Não. Dependendo do valor do capacitor deveremos utilizar escalas diferentes.</p>
<p>Vamos à prática:</p>
<p><strong>Para medir capacitores acima de 10000 uF use a escala X1.<br />
  Para medir capacitores<br />
entre 1000 uF a 10000 uF use as escalas X1 ou X10.<br />
Para medir capacitores entre<br />
100 uF a 1000 uF use as escalas X10 ou X100.<br />
Para medir capacitores entre 10 uF<br />
e 100 uF use as escalas X100 ou X1K.<br />
Para medir capacitores entre 1 uF e 10 uF<br />
use as escalas X1K ou X10K.<br />
Para medir capacitores entre 100 nF e 1 uF use as<br />
escalas de 1K ou 10K ou 100K.<br />
Para medir capacitores entre 1nF e 100 nF use a<br />
escala de 100K.<br />
Para medir capacitores abaixo de 1 nF use a escala de 100K, mas<br />
a leitura será difícil e, consequentemente, o teste não terá precisão.</strong></p>
<p>Com este teste eu consigo saber o valor do capacitor e saber se este valor<br />
  não está alterado?</p>
<p>Com este teste não dá para saber o valor do capacitor, mas apenas<br />
  se ele não está aberto, com fuga ou em curto. Para saber o valor<br />
  exato é necessário o uso de um capacímetro. O que podemos<br />
  fazer é pegar um capacitor, que sabemos que está bom e seja do<br />
  mesmo valor do capacitor testado, e comparar a leitura no multímetro<br />
  deste capacitor com o capacitor a ser testado, para isto memorize as posições<br />
  em que o ponteiro para na medição de um e do outro. Se der muita<br />
  diferença entre estas posições provavelmente o capacitor<br />
  em teste terá alguma alteração.</p>
<p>Embora as escalas de medição de resistência de um multímetro<br />
  possam apresentar alguma diferença entre a máxima resistência<br />
  que pode ser medida, pois a máxima resistência a ser medida depende,<br />
  além do fator de multiplicação (X1, X10, etc) do fundo<br />
  de escala indicado no galvanômetro, as escalas acima servem como uma<br />
  boa referência para o teste de capacitores.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Alguns capacitores eletrolíticos, geralmente os com alta tensão<br />
  de isolação, costumam apresentar uma certa corrente de fuga,<br />
  sendo assim pode ser que em determinadas escalas o ponteiro suba e, ao descer,<br />
  pare próximo ao infinito. Se isto acontecer diminua a escala de multiplicação<br />
  e veja se o ponteiro chega ao infinito, caso isto aconteça o capacitor<br />
  estará bom.</p>
<p>Todos estes testes foram desenvolvidos com o auxílio da prática<br />
  e embora possam variar um pouco de multímetro para multímetro,<br />
  sempre serviram para testar capacitores.</p>
<p>É interessante que ao adquirir um multímetro se escolha um que<br />
  tenha várias escalas de medição de resistência e<br />
  seja capaz de medir valores máximos de 50M ohms para cima. Para saber<br />
  qual a maior resistência que um multímetro é capaz de medir<br />
  basta ler o maior valor da escala de resistência e multiplicar pela maior<br />
  escala. Veja o exemplo:</p>
<p>Fundo de escala = 5K ohms</p>
<p>Maior escala = X10K</p>
<p>Maior resistência que pode ser medida = 5K x 10K = 50 M ohms.</p>
<p>Não encoste as mãos nas partes metálicas das pontas de<br />
  prova, nem nos terminais dos capacitores, pois isto alterará as medições<br />
  e testes.</p>
<p>Se você encontrar um capacitor já trocado em uma fonte chaveada,<br />
  troque-o novamente pode ser que você resolva o problema rapidamente.<br />
  Por quê? Por que normalmente os capacitores trocados são capacitores<br />
  comuns e não resistem muito tempo.</p>
<p><strong>Monitor liga e desliga quase que imediatamente:</strong></p>
<p>Flyback – verifique, se possível em um ambiente escuro, se o<br />
  flyback não está vazando. Caso isto aconteça, você ligará o<br />
  monitor e quando surgir a alta tensão ela vazerá pelo flyback<br />
  e a proteção desligará o monitor.</p>
<p>Capacitores ligados aos pinos do flyback – principalmente capacitores<br />
  cerâmicos e de alta tensão de isolação, uma pequena<br />
  marca, ou ponto escuro no corpo deles pode indicar que ele já era. Para<br />
  testá-lo é só reler as páginas anteriores.</p>
<p>Verifique se há cheiro de ozônio – se houver procure por<br />
  vazamentos de alta tensão, no flyback, nos cabos de alta, no ponto onde<br />
  está ligado o foco no tubo, em sujeira em volta da chupeta.</p>
<p>Chave L/D ou ON/OFF – já vi vários monitores apresentarem<br />
  este defeito e a responsável ser a chave. Acredite em mim.</p>
<p><strong>On screen não funciona:</strong></p>
<p>Verificar trilhas – verificar trilhas que ligam o gerador de on screen<br />
  com o amplificador de RGB, muitas vezes elas estão interrompidas ou<br />
  há solda fria em algum ponto desta ligação.</p>
<p>Verificar CI do on screen – em alguns monitores ele está na placa<br />
  que vai presa ao tubo (alguns monitores fivestar são assim), outras<br />
  vezes ele estão junto com o micro controlador na placa principal.</p>
<p>Verifique se não é o micro controlador que é o responsável<br />
  pelo on-screen, como exemplo, podemos citar o 66HC705807 usado no LG 520Si – ele é quem<br />
  gera o on-screen, e mostra na tela ao ajustes que estão sendo feitos,<br />
  mas como disse dificilmente ele apresentaria só este defeito, de qualquer<br />
  forma ressolde – o e verifique os componentes ligados aos seus pinos<br />
  29,30 e 31, como os transistores da saída RGB (Q331, 332, 333) responsáveis<br />
  por isto.</p>
<p><strong>Pouco brilho:</strong></p>
<p>Verifique as tensões da fonte e veja se estão com os valores<br />
  corretos. Desconfie dos capacitores de filtro dos secundários da fonte.<br />
  Se perceber que algum já foi trocado, troque-o novamente, pode ser que<br />
  você resolva o problema assim.</p>
<p>Verifique o CI amplificador do RGB e, principalmente, os componentes ligados<br />
  a ele.</p>
<p>Verifique os ajustes de sub-brilho e os capacitores e ajustes, caso exista,<br />
  de G1.</p>
<p><strong>Pouca luminância:</strong></p>
<p>Verificar CI amplificador de luminância e componentes associados. Às<br />
  vezes, um problema na screen pode ocasionar problemas parecidos com falta de<br />
  luminância, tente ajusta-la, de algumas “batidas” em seu<br />
  cursor e veja se algo acontece. Se nada acontecer, nem com o ajuste o flyback<br />
  pode ser o culpado.</p>
<p><strong>Queima fusível ao ligar</strong>:</p>
<p>Verifique os diodos ou a ponte retificadora. Verifique o capacitor de filtro<br />
  de entrada, verifique a bobina desmagnetizadora.</p>
<p><strong>Tubo manchado com cores:</strong></p>
<p>Verifique a bobina desmagnetizadora, principalmente os seus contatos com a<br />
  placa do monitor. Verifique o PTC que vai ligado com ela e em alguns monitores<br />
  os resistores que fazem parte do circuito de degauss, que é este circuito.</p>
<p><strong>Um barulho de fritura constante no monitor:</strong></p>
<p>Verifique o PTC da bobina desmagnetizadora, muitas vezes ele apresenta mau<br />
  contato e começa a faiscar internamente. Este PTC na, grande maioria<br />
  dos monitores, tem o formato de uma caixinha preta de baquelite, se for trocá-lo<br />
  use igual ou de mesmo valor. Você também pode retirar a sua tampa<br />
  e limpar os contatos que pressionam a pastilha ou pastilhas dentro desta caixinha.<br />
  Aumente a pressão dos contatos também. Cole a tampa com alguma<br />
  cola que não seja inflamável e resista ao calor.</p>
<p>Verifique se o barulho não vem da tomada de AC, já vi isto acontecer<br />
  algumas vezes, principalmente na casa do cliente, daí você deverá limpar<br />
  ou trocar a tomada do cabo e a tomada da parede. Se não tiver prática<br />
  com a rede elétrica, peça a ajuda de um eletricista.</p>
<p><strong>Dica:</strong> Para identificar de onde vem um barulho em um equipamento qualquer use<br />
  um pedaço de mangueira plástica e flexível, um lado dela<br />
  você coloca em sua orelha e o outro você coloca o mais próximo<br />
  possível dos componentes suspeitos, mas cuidado com a alta tensão.<br />
  A mangueira deve ser de plástico ou borracha, flexível e ter<br />
  uns 40 cm.</p>
</p>
<p align="center"><strong>DEFLEXÃO ELETROMAGNÉTICA</strong></p>
<p> Para que possa haver uma imagem na tela da TV, cinescópio é necessário<br />
  que o feixe de elétrons, responsável pela luminosidade presente<br />
  na mesma, percorra-a toda. A isto damos o nome de exploração.<br />
  Assim quando dizemos que a tela está sendo explorada, estamos querendo<br />
  dizer que a mesma está “brilhando”, está sendo varrida<br />
  de alto a baixo, linha após linha. Para que possa haver exploração é necessário<br />
  que haja uma deflexão de feixe de elétrons. Caso contrário,<br />
  o feixe só incidirá no centro da tela e a única causa<br />
  visível na mesma será um ponto luminoso.</p>
<p>Na deflexão eletromagnética é criado um campo magnético<br />
  e é, este campo, o responsável pela variação do<br />
  ponto de incidência do feixe. Quando um elétron penetra em um<br />
  campo magnético fica sujeito a uma força F que é perpendicular à direção<br />
  do movimento e ao campo magnético. Esta força é responsável<br />
  pela alteração da direção do feixe de elétrons.</p>
<p><img src="image/image005.jpg" width="530" height="182"></p>
<p> O campo magnético responsável pela deflexão é criado<br />
  por um conjunto de quatro bobinas que são colocadas do lado de fora<br />
  do cinescópio. Este conjunto de bobinas é construído de<br />
  forma a “abraçar” o pescoço do tubo ou cinescópio.</p>
<p>Em monitores este conjunto de 4 bobinas (duas para deflexão vertical<br />
  e duas para deflexão horizontal), juntamente com o suporte das mesmas<br />
  recebe o nome de YOKE.</p>
</p>
<p align="center"><strong>CINESCÓPIOS E YOKE</strong></p>
<p>A finalidade desta parte do livro é apenas demonstrar algumas características<br />
  de um tubo de monitor ou TV. Embora os tubos de monitores possuam um dot pitch<br />
  ou pixel menor, o conceito de funcionamento é o mesmo.</p>
<p> Um tubo de imagem ou cinescópio é um tubo de raios catódicos.</p>
<p> Ele consiste em um invólucro de vidro com um canhão eletrônico<br />
  e uma superfície coberta de fósforo. Dentro deste invólucro<br />
  há vácuo.</p>
<p><img src="image/image006.jpg" width="484" height="146"></p>
<p> Na figura acima vemos um tubo monocromático</p>
<p> O filamento 1 aquece o catodo 2 que, então, liberará elétrons.<br />
  Estes elétrons serão atraídos pela grade de controle 3<br />
  e, passando por ela, se dirigirão para a camada de fósforo da<br />
  tela 7, quem se encarrega de atrair elétrons para a tela é a<br />
  alta tensão aplicada numa camada condutora, a base de carbono, que encobre<br />
  as superfícies laterais do tubo 8. O nome desta camada é aquadag.</p>
<p> A grade 4 é chamada de grade de blindagem ou aceleradora. Ela acelera<br />
  o fixe de elétrons.</p>
<p> A grade 5 é a responsável pela focalização.</p>
<p> A alta tensão aplicada ao aquadag através do 2º anodo<br />
  ou “chupeta” 6 tem seu valor entre 9 e 15 kV para tubos monocromáticos.</p>
<p> A corrente de filamento para estes tubos varia geralmente entre: 300, 450<br />
  ou 600 mA.</p>
<p> A tensão geralmente é 6,3 ou 12 V.</p>
<p> Um tubo tem uma camada condutora revestindo-a pelo lado de fora. Esta camada<br />
  deve ser ligada ao terra.</p>
<p> O aquadag mais o vidro do tubo, mais esta camada, formam um capacitor que<br />
  filtra a alta tensão.</p>
<p><img src="image/image008.jpg" width="475" height="105"></p>
<p> Se ligarmos a camada ao terra teremos o seguinte:</p>
<p><img src="image/image010.jpg" width="590" height="132"></p>
<p> A capacitância oferecida por este capacitor é de cerca de 2.000<br />
  pf ou 2nf. Este capacitor pode ficar carregado por muito tempo mesmo estando<br />
  a TV desligada.</p>
<p> Existem tubos com diferentes ângulos de deflexão: 70, 90, 110<br />
  e 114º.</p>
<p> Este ângulo é relativo a variação da posição<br />
  do feixe de elétrons.</p>
<p> Para tubos do mesmo tamanho, teremos que, quanto maior o ângulo de<br />
  deflexão menor o comprimento do tubo:</p>
<p><img src="image/image011.jpg" width="622" height="274"></p>
<p> O tamanho de um tubo é medido em polegadas e sempre na diagonal.</p>
<p> Se fizermos o seguinte tubo:</p>
<p> 22VP4</p>
<p> O nº22 define o tratamento do tubo. A letra P mais o nº4 (P4) o<br />
  tubo de fósforo (no caso, monocromático).</p>
<p> Caso depois do nº. que diz o tamanho do tubo venha à letra V<br />
  esta quer dizer que as polegadas se referem às dimensões de visada<br />
  e não a diagonal do vídeo.</p>
<p><img src="image/image013.jpg" width="599" height="214"></p>
<p> As bobinas defletoras (2H e 2V) que formam o yoke serão encaixadas<br />
  no pescoço do tubo e fixas através de uma presilha com um parafuso<br />
  ou borboleta.</p>
<p> Caso o yoke não esteja perfeitamente alinhado a imagem não<br />
  ficará alinhada.</p>
<p> Como é o yoke que deflexiona o feixe para que este crie a imagem se<br />
  ele for colocado torto ou de ponta cabeça.</p>
<p> Além da defletora também será colocada no pescoço<br />
  do tubo um conjunto de anéis que recebem o nome de imãs de centragem.<br />
  Estes anéis são mostrados em uma embalagem de plástico<br />
  e fixa por uma presilha que será apertada por um para fuso.</p>
<p> O giro deste anéis desloca a imagem de um lado para o outro e de cima<br />
  para baixo. Eles devem ser ajustados de forma ao centro da imagem ficar exatamente<br />
  no centro do tubo.</p>
<p> O ajuste de foco geralmente é feito através da ligação<br />
  ou não de um plugue em diferentes pontos de tensão (OV, 300V).</p>
<p> Um tubo contém vácuo em seu interior e deve ser manuseado com<br />
  cuidado, caso contrário ele poderá implodir espalhando cacos<br />
  de vidro para todos os lados.</p>
<p><img src="image/image014.jpg" width="402" height="210"></p>
<p> Às vezes as imãs de centragem estão fixas no próprio<br />
  corpo de yoke.</p>
<p align="center">
<p align="center"><strong>MONITORES COM O IC LM 1203</strong></p>
<p>Muitos monitores usam para processar e amplificar o sinal de vídeo<br />
  o IC LM1203. Embora este já seja um IC antigo ainda existem muito monitores<br />
  por aí usando este IC. Este IC é composto de 3 amplificadores<br />
  para vídeo e tem uma banda passante de 70 MHz. Os pinos de entrada para<br />
  os sinais que vem do micro, e irão gerar as imagens, são: 4 que<br />
  corresponde ao vermelho, 6 que corresponde ao verde e 9 que corresponde ao<br />
  azul. O nível do sinal em suas entradas geralmente é de 1 Vpp<br />
  e nas suas saídas é de 6 Vpp. Uma forma de se fazer o controle<br />
  de contraste quando se usa este IC é usando um potenciômetro entre<br />
  os pinos 13 e 12. No pino 13 teremos a tensão de Vcc que alimenta o<br />
  IC (é uma ligação interna deste IC) e ligamos nele um<br />
  lado do potenciômetro, no pino 12 ligamos o cursor do potenciômetro<br />
  (10K) e o outro lado do potenciômetro ligamos no terra. O controle de<br />
  brilho também pode ser feito através da conexão dos pinos<br />
  24, 19 e 15 no cursor de um outro potenciômetro. Um lado deste potenciômetro<br />
  deve estar ligado ao terra e o outro lado ligado através de um resistor<br />
  ao pino 13, que é o Vcc. Muitos monitores controlam o brilho atuando<br />
  diretamente sobre a polarização do tubo. Isto é conseguido<br />
  variando-se a tensão contínua na grade 1 ou grade de controle.<br />
  Nestes casos os pinos 24, 19 e 15 serão usados, independentemente, para<br />
  controlar o ganho de cada cor, através de trimpots. Os níveis<br />
  de vídeo em sua saída deverão ser amplificados por transistores<br />
  ou por um outro IC. Depois de amplificados serão aplicados aos três<br />
  catodos e devem ter um nível de 60 Vpp. O controle interno de brilho<br />
  do IC depende do pulsos que entram na entrada de clamp (pino 14). O circuito<br />
  de brilho usará como referência o período em que os pulsos<br />
  tem um nível baixo e que corresponde há uma parte do período<br />
  de apagamento horizontal.</p>
<p>O pino 11 fornece uma tensão de referência de 2,4 volts para<br />
  que os amplificadores possam funcionar corretamente. Algumas vezes ele está ligado<br />
  com os pinos 5, 8 e 10 através de resistores e com os pinos 4, 6 e 9<br />
  através de diodos, mas o mais comum é ele estar ligado através<br />
  de resistores de 10 K ohms com os pinos 4, 6 e 9 (que são as entradas)<br />
  e os pinos 5, 8 e 10 estarem ligados ao terra através de capacitores<br />
  de alguns uF.</p>
<p>Se não existir o sinal de clamp, (são pulsos e podem ser vistos<br />
  com um osciloscópio no pino 14) poderemos não ter imagem na tela.<br />
  Se uma das cores faltar na tela o problema pode ser o IC ou o componente (transistor)<br />
  ligado na saída correspondente. É comum encontrarmos soldas frias,<br />
  capacitores secos e transistores queimados nesta parte do circuito. Em alguns<br />
  monitores todos estes componentes ficam montados na placa que está conectada<br />
  com o soquete e em outro ficam na placa principal.</p>
<p>Caso não exista imagem no monitor, aumente um pouco o screen (o ajuste<br />
  de screen geralmente fica no flyback) e veja se a tela fica cinza claro e tem<br />
  exploração normal. Se tiver meça a tensão nos pinos<br />
  de alimentação do IC LM1203, se a alimentação estiver<br />
  correta (12 volts nos pinos 1, 13, 23, 28) troque o IC. Este IC é um<br />
  componente que muitas vezes apresenta problemas. Fique esperto na hora de comprar<br />
  um IC destes para substituição, pois existem lojas vendendo estes<br />
  e outros componentes para monitores usados. Não é que as peças<br />
  sejam defeituosas é que você deve saber o que está comprando.</p>
<p>Capacitores ligados aos transistores que amplificam o sinal que vem deste<br />
  IC podem apresentar problemas, caso a tela esteja um pouco escura verifique<br />
  a condição destes capacitores, principalmente os que estão<br />
  ligados com as grades de controle, grade screen e catodos. Se a imagem ficar<br />
  com detalhes com um rastro, verifique os capacitores de acoplamento (são<br />
  os capacitores pelos quais deve passar o sinal de vídeo). Se este capacitores<br />
  estiverem com a capacitância baixa teremos uma resposta em freqüência<br />
  ruim e uma má qualidade de imagem, pois os sinais de maior freqüência,<br />
  que correspondem aos detalhes, serão atenuados. Veja se a blindagem<br />
  metálica que há nesta placa está bem soldada ao terra.<br />
  Em alguns monitores só teremos uma imagem perfeita após soldarmos<br />
  as blindagens e as aterrarmos.</p>
<p>Os pinos 1, 2 e 3 do conector DB15 estão conectados com o LM 1203 através<br />
  de resistores e capacitores. O pino 1 é o responsável pela cor<br />
  vermelha, o pino 2 pela cor verde e o pino 3 pela cor azul. Com a mistura correta<br />
  destas três cores conseguimos todas as outras. Só por curiosidade:<br />
  os outros pinos do conector DB15 são: 13 e 14 controle para o vertical<br />
  e o horizontal e os outros pinos são conectados com o terra.</p>
</p>
<p align="center"><strong>SAIDA VERTICAL</strong></p>
<p> Um amplificador vertical tem características semelhantes a um amplificador<br />
  de áudio. Esta semelhança vem do fato de ambos trabalharem com<br />
  freqüências semelhantes (dentro da fixa de áudio). Apresentaremos<br />
  a seguir um amplificador antigo, mas que traz conceitos que são importantes<br />
  na hora de avaliar um defeito.</p>
<p> Um exemplo de amplificador de saída vertical é o circuito abaixo:</p>
<p><img src="image/image015.jpg" width="612" height="219"></p>
<p> O transistor T1 recebe em sua base o sinal dente-de-serra que será amplificado<br />
  e aplicado nas bobinas defletoras. Este transistor faz o acoplamento do oscilador<br />
  vertical com o transistor de saída vertical (T2). Na configuração<br />
  em que está T1 (seguidor de emissor) ele apresentará uma alta<br />
  impedância de entrada e uma baixa impedância de saída, ligando<br />
  assim, perfeitamente a saída do oscilador (que teve uma alta impedância)<br />
  com a base de T2 (baixa impedância). O sinal no emissor de T1 terá a<br />
  mesma amplitude do sinal aplicado em sua base, ou seja, o ganho de tensão<br />
  não existe, T2 recebendo o sinal em sua base conduzirá L1 é um<br />
  indutor que serve como resistor de coletor para T2.</p>
<p><img src="image/image016.jpg" width="288" height="242"></p>
<p> Não é utilizado um resistor no lugar de L1 devido a grande<br />
  dissipação de potência que existiria sobre o mesmo.</p>
<p> A variação da tensão na base de T2 causará uma<br />
  variação de tensão no coletor de T2, esta variação<br />
  passará através de C2 e será aplicada sobre as bobinas<br />
  defletoras verticais, movimentando assim o feixe de elétrons.</p>
<p> Vdr1 é varistor (componente que altera bruscamente sua resistência<br />
  quando a tensão passa um valor determinado. Ver maiores informações<br />
  no capítulo sobre amplificadores) que eliminará picos de tensão<br />
  que podem aparecer sobre L1 devido à variação de corrente<br />
  sobre o mesmo.</p>
<p> C1 “curto-circuita” ruídos que podem aparecer quando da<br />
  condução de Vdr1.</p>
<p> Tanto os picos de tensão como os ruídos podem atrapalhar ou<br />
  mesmo estragar os estágios da TV por isso é que devem ser suprimidos.<br />
  Esta supressão recebe o nome de amortecimento.</p>
<p> T2 é o transistor de saída vertical.</p>
<p> C2 faz o acoplamento com as bobinas defletoras deixando passar apenas a informação<br />
  alternada. Isto é importante por dois motivos: para que a baixa resistência<br />
  das bobinas defletoras não ponha o coletor de T2 em curto e para que<br />
  uma componente continue sobre as defletoras, criando um campo magnético<br />
  nelas, não deflexione o feixe de elétrons para uma posição<br />
  diferente da qual ele deve estar quando se iniciar o traço vertical.</p>
<p><img src="image/image017.jpg" width="626" height="511"></p>
<table width="100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tr>
<td width="74" rowspan="2"><img src="image/image019.jpg" width="96" height="182"></td>
<td width="726" height="96" valign="middle">Com a deflexão correta a imagem aparece perfeitamente.</td>
</tr>
<tr>
<td valign="middle">Com a deflexão incorreta a imagem começará de um<br />
      local errado, aparecendo assim uma faixa escura que corresponde ao tempo<br />
    do retraço vertical.</td>
</tr>
</table>
<p>É importante perceber que o que não pode acontecer é uma<br />
  deflexão errada. A presença, nas bobinas defletoras, de uma componente<br />
continua deve ser tal que a tela seja explorada corretamente.</p>
<p> Se ela for necessária, ela deve existir, se não for necessária<br />
  não deve.</p>
<p> Hoje em dia quase todos os circuitos de saída vertical são<br />
  feitos com ICs, mas o funcionamento é o mesmo ou similar. Uma característica<br />
  de saídas com ICs é que nem sempre quando eles entram em curto<br />
  aparece um risco na horizontal da tela, muitas vezes o monitor não liga,<br />
  ou se liga não mostra nada na tela, a não ser que se aumente<br />
  o screen, daí será possível ver um risco na tela, indicando<br />
  que o vertical “pifou”.</p>
</p>
<p align="center"><strong> UM EXEMPLO DE OSCILADOR E SAÍDA VERTICAL COM O TDA 1170 – UM<br />
  VELHO</strong></p>
<p> O TDA 1170 é um circuito integrado que engloba as funções<br />
  do oscilador vertical e amplificador vertical.</p>
<p><strong> Características Elétricas:</strong></p>
<p><strong> Valores Máximos</strong></p>
<p> VS – tensão de alimentação ® 27 V</p>
<p> V8 – tensão de entrada de sincronismo ® ± 12V</p>
<p> Pico repetitivo de corrente de saída:</p>
<p> F= 50 Hz – t £ 10ms ® 2,5A</p>
<p> F= 50 Hz – t &gt; 10ms ® 1,5A</p>
<p><strong> Valores DC para trabalho</strong></p>
<p> Vs – tensão de alimentação ® 10 a 27V</p>
<p> Corrente de consumo (para pico de dente-de-serra de saída = a 1A) ® 140mA</p>
<p> V4 – pico de tensão da dente-de-serra da saída (para<br />
  pico de corrente dente-de-serra igual a 1A) ® 51V.</p>
<p align="center"><strong>Circuito de Teste de AC</strong></p>
<p align="left"><img src="image/image020.jpg" width="622" height="726"></p>
<p> 1 – saída de rampa<br />
2 – entrada de alimentação<br />
3 – retorno<br />
4 – saída<br />
5 – amplificador de tensão<br />
6 – regulagem de voltagem (ajuste de freqüência)<br />
7 – ajuste<br />
de altura<br />
8 – entrada de sincronismo<br />
9 – oscilador<br />
10- entrada do amplificador<br />
11- compensação<br />
12- gerador de rampa</p>
<p> O circuito apresentado pode ser utilizado em um televisor, por exemplo. Aplicando-se<br />
  no pino 8 o pulso de sincronismo vertical (positivo ou negativo) a saída<br />
  (pino 4) apresentará uma forma de onda dente-de-serra com a mesma freqüência<br />
  dos pulsos de sincronismo.</p>
<p><img src="image/image022.jpg" width="347" height="100"></p>
<p> O tempo do retorno tfly será dado pela seguinte expressão:</p>
<p><img src="image/formula1.gif" width="95" height="39"></p>
<p> Onde: Ly = indutância de yoke<br />
          Vs = tensão de alimentação<br />
          Iy = pico de corrente no yoke</p>
<p> A corrente para alimentar o circuito será dada por:</p>
<p><img src="image/formula2.gif" width="112" height="34"></p>
<p> Ela não depende de Vs mas apenas das características do yoke.</p>
<p> É importante relembrar que o oscilador vertical gera uma freqüência<br />
  próxima a 60 Hz e que esta freqüência será “travada” em<br />
  60 Hz pelos pulsos de sincronismo vertical. Depois esta freqüência<br />
  de 60 Hz, que possui o formato de uma dente-de-serra será amplificada<br />
  pelo amplificador V e criará uma corrente pelas bobinas defletoras verticais<br />
  (parte do yoke) e, criando um campo eletromagnético, fará a deflexão<br />
ou exploração vertical na tela.</p>
<p><img src="image/image025.jpg" width="471" height="114"></p>
<p> É interessante que ao se usar o TDA 1170 se utilize um dissipador.</p>
</p>
<p align="center"><strong>Exemplo de um oscilador e saída horizontal com um antigo IC</strong></p>
<p><img src="image/image026.jpg" width="658" height="507"> </p>
<p>A saída, pino2, é um coletor aberto, sendo assim é necessário<br />
  se colocar um resistor entre o pino 2 e o +Vcc. Com a colocação<br />
  deste transistor teremos ora o transistor saturado, ora em corte criando uma<br />
  onda quadrada.</p>
<p>A máxima tensão na saída deve ser 12 V.</p>
<p><img src="image/image028.jpg" width="324" height="128"></p>
<p>Através do corte e saturação teremos uma onda quadrada,<br />
  mas se +Vcc for maior que 12v, quando o transistor cortar teremos sobre ele<br />
  uma tensão maior que a suportável pelo mesmo (12 v) e correremos<br />
  o risco de danificar o IC. Para que isto não aconteça é necessário<br />
  a utilização de um divisor de tensão resistivo ou mesmo<br />
  através de resistores e diodos.</p>
<p>Desta forma limitaremos a máxima tensão presente no pino 2 na<br />
  hora em que o transistor corta.</p>
<p>No cálculo deste divisor deve ser levado em consideração<br />
  a máxima drenada pelo pino 2, e a corrente consumida pelo estágio<br />
  seguinte.</p>
<p>Exemplo de cálculo:</p>
<p><img src="image/image030.jpg" width="471" height="150"></p>
<p>Observando o circuito perceberemos que a máxima tensão sobre<br />
  o transistor será de 1,4V, valor este definido pelos dois diodos. Devemos<br />
  agora encontrar o valor de R de forma que este não permita uma corrente<br />
  maior que a permitida pelo pino 2 e, ao mesmo tempo, forneça corrente<br />
  suficiente para o estágio, ou componente, seguinte:</p>
<p><img src="image/formula3.gif" width="41" height="34"><br />
  onde:<br />
I máximo do pino 2 é = 22 mA<br />
I do estágio seguinte = 1 mA</p>
<p><img src="image/formula4.gif" width="104" height="40"></p>
<p> [usaremos, por precaução, um valor de I2 menor que o<br />
  seu máximo.</p>
<p><img src="image/formula5.gif" width="106" height="57"></p>
<p>Valor comercial: 2K2</p>
<p>Devemos calcular também sua potência:</p>
<p><img src="image/formula6.gif" width="79" height="59"></p>
<p>Potência comercial = <img src="image/formula7.gif" width="108" height="24"></p>
<p>É interessante deixar uma margem de segurança na potência.<br />
  Por exemplo, se usar um resistor com o dobro da potência do valor encontrado.<br />
  A alteração do valor do resistor encontrado para um valor comercial<br />
  acarreta uma diferença na corrente que circula pelo mesmo. Caso se deseje<br />
  conhece-la para a verificação do funcionamento do circuito, ou<br />
  não, é necessário se repetir o processo utilizando o valor<br />
  conhecido e comercial do resistor.</p>
<p align="center">  <strong>TBA 950 &#8211; funcionamento dos blocos</strong></p>
<p><strong>Separador de sincronismo com supressor de ruído</strong></p>
<p>Separa os pulsos de sincronismo horizontal do restante do sinal de vídeo<br />
  composto. Este estágio não necessita de nenhum componente externo<br />
  para separar os pulsos de sincronismo e filtrar os ruídos.</p>
<p><strong>Integrador de Pulso de Quadro</strong></p>
<p>Obtém pulsos com o período aproximado dos quadros da integração<br />
  dos vários pulsos de sincronismo.</p>
<p><strong>Oscilador</strong></p>
<p>Tem sua freqüência determinada por um capacitor de 10nf ligado<br />
  ao pino 13. este capacitor carrega e se descarrega periodicamente através<br />
  de duas fontes de corrente. O resistor no pino 14 define o valor da corrente<br />
  de carga e, conseqüentemente, em conjunto com o capacitor, a freqüência<br />
  de oscilação.</p>
<p><strong>Comparador de Fase</strong></p>
<p>Este circuito compara a forma de onda dente-de-serra do oscilador com os pulsos<br />
  de sincronismo. Desta comparação resulta uma tensão de<br />
  controle que influenciará na freqüência do oscilador. Sendo<br />
  assim, essa freqüência será fixada pelos pulsos de sincronismo<br />
  em 15750 Hz.</p>
<p><strong>Controle de Fase</strong></p>
<p>Este circuito compara a fase do sinal gerado no oscilador com os pulsos provenientes<br />
  do flyback. Este controle é necessário devido aos atrasos que<br />
  podem ser causados pela linha que percorre o sinal (transistores, capacitores,<br />
  etc&#8230;).</p>
<p>A correta fase do sinal horizontal pode ser ajustada através do potenciômetro<br />
  de 10K que está conectado no pino 11 do TBA 950. Quando o sinal horizontal<br />
  está fora de fase a imagem pode se apresentar dividida por uma barra<br />
  vertical ou mesmo com barras verticais passando de um lado para outro.</p>
<p><img src="image/image034.jpg" width="603" height="246"></p>
<p><strong>Estágio Chaveamento</strong></p>
<p>este circuito compara o sinal proveniente do separador de sincronismo com<br />
  o sinal do controle de fase, ajudando assim na sincronização<br />
  da freqüência de saída.</p>
<p><strong>Estágio de Saída</strong></p>
<p>Fornece uma onde quadrada com a freqüência de 15750 Hz para os<br />
  estágios seguintes:</p>
<p align="center">
  <strong>Circuito Oscilador Horizontal</strong></p>
<p><img src="image/image036.jpg" width="503" height="434"></p>
<p>No circuito mostrado o IC faz a função de CAF e oscilador horizontal.<br />
  Na saída, pino2, teremos uma onda quadrada com a freqüência<br />
  igual a 15750 Hz. Este sinal será limitado em tensão e corrente<br />
  pelo resistor R9 e pelo diodos D2 e D3. Este sinal saturará e cortará o<br />
  transistor T1, fazendo com que passe ou não uma corrente através<br />
  do primário de Tr1. esta corrente variável induzirá no<br />
  secundário uma certa tensão alternada que será amplificada<br />
  e trabalhada de forma a permitir a exploração horizontal. R10<br />
  atua como limitador de corrente para T1, impedindo assim que passe através<br />
  do mesmo uma corrente superior a suportada pelo mesmo.</p>
<p>R1 e D1 fazem o acoplamento do sinal proveniente do flyback com o IC. Seu<br />
  valor deve ser calculado de forma a não permitir uma tensão no<br />
  pino 10 maior que a suportada pelo mesmo.</p>
<p>R= V fly-back –V10</p>
<p>I 10</p>
<p>D1 impede que chegue alguma informação negativa no pino 10,<br />
  protegendo-o.</p>
<p>R4 é o controle de freqüência, atuando nele podemos variar<br />
  a freqüência da saída. É importante lembrar que se<br />
  a freqüência de saída estiver muito alterada em relação<br />
  ao seu valor correto (15.750 Hz), mesmo com os pulsos de sincronismo, enviados<br />
  pela emissora, não será possível ter-se uma imagem estável,<br />
  fixa, na tela.</p>
<p>R5 atua no ajuste da fase do sinal produzido pelo IC TBA950 em relação<br />
  aos pulsos de sincronismo.</p>
<p>C6 e R8 fazem o acoplamento do sinal de vídeo composto com o pino 5<br />
  do IC, de forma que este sinal chegue a entrada do bloco separador de sincronismo<br />
  com características que permitam que seja perfeito o funcionamento do<br />
  circuito.</p>
<p>R6 dá uma queda de potencial de forma que o IC seja alimentado por<br />
  um valor correto de tensão independente da tensão de +Vcc.</p>
<p><img src="image/formula8.gif" width="91" height="83"></p>
<p>C5 atua como capacitor de filtro, eliminando assim todo ripple que pudesse<br />
  alterar o funcionamento correto do circuito.</p>
<p>C1 atua no bloco interno do IC que controla a fase.</p>
<p>C2 faz parte do bloco de chaveamento.</p>
<p>C3 é o capacitor que, juntamente com R3 e R4 formam a constante de<br />
  tempo para o bloco oscilador. São eles que permitem a freqüência<br />
  presente no pino 2 do IC.</p>
<p>C4, R2 e C atuam nos circuitos de chaveamento e comparador de fase.</p>
<p>R9 e C7 formam um filtro que aterrará as harmônicas da freqüência<br />
  de 15.750 Hz, impedindo assim que essas alterem o funcionamento correto do<br />
  circuito. Isto seda por causa da “deformação” que<br />
  elas causam no sinal de 15.750 Hz quando se juntam a ele.</p>
<p align="center"><strong>Amplificador de Saída Horizontal e Fonte de AT (Alta Tensão)</strong></p>
<p>A função destes circuitos é, a partir da freqüência<br />
  de 15.750 Hz, gerar a exploração horizontal e alimentar o 2º anodo,<br />
  ou chupeta, do cinescópio com uma alta tensão (TVs preto e branco=<br />
  9 a 15 KV e TVs a cores= 18 a 25 KV).</p>
<p>Além da saída para alta tensão podemos ter também<br />
  na fonte de AT, várias outras saídas com tensões mais<br />
  baixas que tem por finalidade de alimentar outros circuitos.</p>
<p><img src="image/image040.jpg" width="580" height="192"></p>
<p>Na ausência de AT não teremos brilho na tela, isto se dá devido<br />
  ao fato de ser esta a tensão que atrai os elétrons liberados<br />
  pelo catodo para a tela.</p>
<p><img src="image/image042.jpg" width="644" height="585"></p>
<p>No circuito apresentado os componentes Tr1, T1, R1 e C1 não terão<br />
  suas funções detalhadas devido ao fato de pertencerem os oscilador<br />
  horizontal.</p>
<p>No secundário de Tr1 teremos uma forma de onda que será transformada,<br />
  trabalhada, por R2 e L1 de tal maneira que faça com que o transistor<br />
  T2, que é o amplificador horizontal, possa funcionar perfeitamente,<br />
  gerando assim um sinal que permita a correta exploração horizontal.</p>
<p>Este transistor trabalha no corte e saturação, ou seja, durante<br />
  alguns instantes é com uma chave fechada e em outras uma chave aberta.</p>
<p>Sendo o flyback um indutor ocorrerá o seguinte:</p>
<p><img src="image/image044.jpg" width="311" height="114"></p>
<p>Quando o transistor estiver cortado, não circulará corrente<br />
  alguma por L e toda a tensão estará aplicada sobre o coletor<br />
  e o emissor de T2.</p>
<p><img src="image/image045.jpg" width="521" height="246"></p>
<p>Quando T2 saturar a corrente por ele será definida por L, não<br />
  teremos praticamente nenhuma tensão de +Vcc será aplicada sobre<br />
  L. A forma de onda, proporcionada pela corrente, no indutor será a de<br />
  uma dente-de-serra, como a que pode ser vista nos gráficos anteriores. </p>
<p>A corrente não pode crescer instantaneamente como VL, porque o indutor<br />
  produz uma tensão auto induzida que se opõe a variação<br />
  de IL. O período de subida de IL corresponde ao traço e o de<br />
  descida ao retraço. Desta forma podemos perceber que o traço</p>
<p>Corresponde ao período de condução do transistor e o<br />
  retraço ao período de corte.</p>
<p>Podemos perceber pelas figuras que a forma de onde de tensão na exploração<br />
  horizontal é quadrada (na prática “quase” quadrada)<br />
  e a forma de onda da corrente é dente-de-serra. Como é a corrente<br />
  a “responsável” pela deflexão, a mesma ocorrerá corretamente.</p>
<p>Agora vamos a uma análise mais detalhada do circuito de saída<br />
  horizontal. T2 deve ficar cortado durante um tempo maior (para melhorar a eficiência<br />
  do circuito e diminuir a potência dissipada sobre ele).</p>
<p>Desta forma as formas de onda sobre este estágio ficarão assim:</p>
<p><img src="image/image047.jpg" width="576" height="219"></p>
<p>Podemos perceber que não temos mais uma onda dente-de-serra, pois entre<br />
  um pico de corrente e outro não há nada.</p>
<p>Se isto ocorrer durante este intervalo, não haverá exploração,<br />
  ou seja, o feixe ficará parado.</p>
<p>Poderíamos atenuar isto diminuindo o período de corte de T2,<br />
  mas sabemos que isto pode prejudicar o circuito.</p>
<p>O encarregado em resolver este problema será o estágio seguinte<br />
  que chamaremos e amortecedor. Ele é formado pó C2, D1, D2, C3<br />
  e C4, o seu funcionamento será o seguinte: quando T2 conduz uma corrente<br />
  circula através da bobina do flyback e cria nesta um campo magnético.</p>
<p><img src="image/image049.jpg" width="361" height="155"></p>
<p>Quando T2 cortar e cessar a circulação de corrente em L, o campo<br />
  magnético irá diminuir, até sumir. As linhas de força,<br />
  ao diminuir, cortarão as espiras de L e induzirão nela uma tensão<br />
  contrária a anterior.</p>
<p><img src="image/image051.jpg" width="151" height="150"></p>
<p>Campo crescendo, Corrente I com um sentido T2 conduzindo (saturado).</p>
<p><img src="image/image053.jpg" width="178" height="150"></p>
<p>Campo decrescendo corrente I com outro sentido, devido à tensão<br />
  contrária.</p>
<p>Obs.: se a corrente em um sentido faz o campo crescer, a campo diminuindo<br />
  criará uma corrente em outro sentido. Esta corrente contrária<br />
  só poderá fluir através da bobina, caso ela esteja ligada<br />
  a terra como o indicado abaixo:</p>
<p><img src="image/image055.jpg" width="183" height="123"></p>
<p>Quando T2 satura, não circula corrente por D, mas quando T2 corta a<br />
  tensão contrária que aparece em L fará com que o diodo<br />
  D conduza e circulará então uma corrente por L durante o corte<br />
  de T2. Em resumo:</p>
<p>T2 conduz &#8211; corrente em L com um sentido, D não conduz.</p>
<p>T2 corta – auto indução em L (devido a indutância<br />
  e a freqüência H), D conduz, corrente em outro sentido.</p>
<p><img src="image/image056.jpg" width="626" height="438"></p>
<p>Podemos perceber que aproximadamente ¼ da tela será preenchido<br />
  pela corrente que circula por D, ou seja, o circuito amortecedor, que neste<br />
  caso é D, também é responsável pele deflexão<br />
  horizontal.</p>
<p>Mas D, além de fazer isto, tem uma outra função importante.<br />
  Na sua ausência ou alteração poderá ocorrer o seguinte:</p>
<p><img src="image/image058.jpg" width="430" height="114"></p>
<p>Ou mesmo a queima do transistor de saída horizontal, pois a tensão<br />
  presente sobre L, quando T2 corta terá a seguinte polaridade:</p>
<p><img src="image/image059.jpg" width="224" height="114"></p>
<p>Caso esta tensão seja muito grande pode ocorrer a queima de T2, pois<br />
  estaremos aplicando uma tensão reversa entre seu coletor e emissor (um<br />
  transistor NPN deve sempre ter um potencial positivo aplicado em seu coletor).</p>
<p>No circuito de saída horizontal – T2 é o transistor de<br />
  chaveamento D1 e D2 fazem a função de amortecimento, conduzindo<br />
  durante o retraço mais ¼ da imagem.</p>
<p>A presença de C3 e C4 é importante, isto porque o corte e condução<br />
  de D1 e D2 produz ruídos que poderiam atrapalhar a correta exploração<br />
  horizontal, estes capacitores, oferecendo uma baixa XC para a freqüência<br />
  destes ruídos os colocam em curto. C2 tem a função de<br />
  eliminar picos de ruídos sobre T2.</p>
<p>Alem disso, eles atenuam oscilações geradas por capacitâncias<br />
  espúrias em paralelo com os indutores (flyback) e defletoras).</p>
<p>Caso não exista C3 e C4 ou eles se alterem ocorrerá o seguinte:</p>
<p><img src="image/image061.jpg" width="288" height="146"></p>
<p>1 – condução dos diodos D1 e D2.</p>
<p>Logo após o retraço aparecerão oscilações,<br />
  ruídos que alterarão a exploração, causando barras<br />
  verticais no espaço da tela compreendido neste tempo.</p>
<p><img src="image/image063.jpg" width="274" height="210"></p>
<p>Estas linhas são brancas, pois o feixe, Devido a oscilações,<br />
  explora esta área. (mais de uma vez).</p>
<p>Os sintomas citados acima podem ser referentes a um amortecimento não<br />
  perfeito.</p>
<p>L2 junto com R3 formam um filtro na linha de alimentação para<br />
  impedir que as oscilações presentes em L passem para ela e venha<br />
  a atrapalhar outros circuitos.</p>
<p>D3 é um diodo retificador de alta tensão e após ele teremos<br />
  esta tensão retificada, o filtro para esta tensão será o<br />
  próprio tubo.</p>
<p>R4 é um resistor limitador de corrente, caso a corrente que circula<br />
  por ele passe um certo valor abrirá desconectando o circuito.</p>
<p>D6 retifica a tensão presente neste enrolamento do flyback, C5 filtra<br />
  esta tensão que é negativa e será enviada para algum estágio<br />
  da TV.</p>
<p>C12 curto circuita ruídos gerados pela condução e corte<br />
  de D6.</p>
<p>D5 retifica a tensão que é filtrada por C6.</p>
<p>C11 curto circuita os ruídos gerados pela condução e<br />
  corte de D5.</p>
<p>R5 e R6 tem a mesma função de D6 e D5.</p>
<p>C8 tem a função de C6.</p>
<p>C10 e C9 tem a função de C11 e C12.</p>
<p>L3 e C7 formam um filtro para a tensão continua retificada por D4.</p>
<p>C14 é um capacitor de acoplamento que faz com que os sinais alternados<br />
  presentes no coletor de T2 passem para as bobinas defletoras.</p>
<p>L1 e L2, a corrente nos mesmos será igual, em forma, a presente no<br />
  flyback, isto devido ao fato de ela também ser um indutor.</p>
<p>Também há um enrolamento para o CAG. Ele enviará um pulso<br />
  para o CAG.</p>
<p>A alta tensão é conseguida através de uma relação<br />
  de espiras no flyback.</p>
</p>
<p align="center"><strong>FONTES COM O 3842</strong></p>
<p>Para analisarmos um diagrama que utiliza circuitos integrados devemos conhecer<br />
  as funções dos circuitos integrados que dele fazem parte. É isto<br />
  que estaremos fazendo aqui, estudaremos o CI 3842 e depois aplicaremos estes<br />
  conhecimentos para analisarmos e consertamos os defeitos das TVs que utilizam<br />
  estes CIs.</p>
<p>O 3842 é um CI para uso específico em fontes chaveadas e bastante<br />
  difundido hoje em dia, não só em fontes de TV com de aparelhos<br />
  de fax, etc. Ele é um modulador de PWM, ou seja, ele varia a largura<br />
  de um pulso de tensão em sua saída de acordo com algumas entradas<br />
  que lhe servem de referencia para determinar a largura deste pulso. Variando<br />
  a largura deste pulso, em sua saída, ele varia o tempo de condução<br />
  do mosfet de saída e consequentemente o valor da tensão média<br />
  de saída da fonte. Todo este processo é feito tão rápido<br />
  e continuamente que a tensão se mantém com o valor correto.</p>
<p>Mas antes de mais teoria e análise vamos conhecer a pinagem deste CI:</p>
<p>Pino 1 – compensação do amplificador de erro.</p>
<p>Pino 2 – entrada inversora do amplificador de erro.</</p>
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		<title>MONITORES QUE USAM LM1203</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 19:53:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[MONITORES QUE USAM LM1203]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos monitores usam para processar e amplificar o sinal de vídeo o IC LM1203. Embora este já seja um IC antigo ainda existem muito monitores por aí usando este IC. Este IC é composto de 3 amplificadores para vídeo e tem uma banda passante de 70 Mhz. Os pinos de entrada para os sinais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos monitores usam para processar e amplificar o sinal de vídeo o IC LM1203. Embora este já seja um IC antigo ainda existem muito monitores por aí usando este IC. Este IC é composto de 3 amplificadores para vídeo e tem uma banda passante de 70 Mhz. Os pinos de entrada para os sinais que vem do micro, e irão gerar as imagens, são: 4 que corresponde ao vermelho, 6 que corresponde ao verde e 9 que corresponde ao azul. O nível do sinal em suas entradas geralmente é de 1 Vpp e nas suas saídas é de 6 Vpp. Uma forma de se fazer o controle de contraste quando se usa este IC é usando um potenciômetro entre os pinos 13 e 12. No pino 13 teremos a tensão de Vcc que alimenta o IC (é uma ligação interna deste IC) e ligamos nele um lado do potenciômetro, no pino 12 ligamos o cursor do potenciômetro (10K) e o outro lado do potenciômetro ligamos no terra. O controle de brilho também pode ser feito através da conexão dos pinos 24, 19 e 15 no cursor de um outro potenciômetro. Um lado deste potenciômetro deve estar ligado ao terra e o outro lado ligado através de um resistor ao pino 13, que é o Vcc. Muitos monitores controlam o brilho atuando diretamente sobre a polarização do tubo. Isto é conseguido variando-se a tensão contínua na grade 1 ou grade de controle. Nestes casos os pinos 24, 19 e 15 serão usados, independentemente, para controlar o ganho de cada cor, através de trimpots. Os níveis de vídeo em sua saída deverão ser amplificados por transistores ou por um outro IC. Depois de amplificados serão aplicados aos três catodos e devem ter um nível de 60 Vpp. O controle interno de brilho do IC depende do pulsos que entram na entrada de clamp (pino 14). O circuito de brilho usará como referência o período em que os pulsos tem um nível baixo e que corresponde há uma parte do período de apagamento horizontal.</p>
<p>O pino 11 fornece uma tensão de referência de 2,4 volts para que os amplificadores possam funcionar corretamente. Algumas vezes ele está ligado com os pinos 5, 8 e 10 através de resistores e com os pinos 4, 6 e 9 através de diodos, mas o mais comum é ele estar ligado através de resistores de 10 K ohms com os pinos 4, 6 e 9 (que são as entradas) e os pinos 5, 8 e 10 estarem ligados ao terra através de capacitores de alguns uF.</p>
<p>Se não existir o sinal de clamp, (são pulsos e podem ser vistos com um osciloscópio no pino 14) poderemos não ter imagem na tela. Se uma das cores faltar na tela o problema pode ser o IC ou o componente (transistor) ligado na saída correspondente. É comum encontrarmos soldas frias, capacitores secos e transistores queimados nesta parte do circuito. Em alguns monitores todos estes componentes ficam montados na placa que está conectada com o soquete e em outro ficam na placa principa</p>
<p>Caso não exista imagem no monitor, aumente um pouco o screen (o ajuste de screen geralmente fica no fly-back) e veja se a tela fica cinza claro e tem exploração normal. Se tiver meça a tensão nos pinos de alimentação do IC LM1203, se a alimentação estiver correta (12 volts nos pinos 1, 13, 23, 28) troque o IC. Este IC é um componente que muitas vezes apresenta problemas. Fique esperto na hora de comprar um IC destes para substituição pois existem lojas vendendo estes e outros componentes para monitores usados. Não é que as peças sejam defeituosas é que você deve saber o que está comprando.</p>
<p>Capacitores ligados aos transistores que amplificam o sinal que vem deste IC podem apresentar problemas, caso a tela esteja um pouco escura verifique a condição destes capacitores, principalmente os que estão ligados com as grades de controle, grade screen e catodos. Se a imagem ficar com detalhes com um rastro, verifique os capacitores de acoplamento (são os capacitores pelos quais deve passar o sinal de vídeo). Se este capacitores estiverem com a capacitância baixa teremos uma resposta em freqüência ruim e uma má qualidade de imagem pois os sinais de maior freqüência, que correspondem aos detalhes, serão atenuados. Veja se a blindagem metálica que há nesta placa está bem soldada ao terra. Em alguns monitores só teremos uma imagem perfeita após soldarmos as blindagens e as aterrarmos.</p>
<p>Os pinos 1, 2 e 3 do conector DB15 estão conectados com o LM 1203 através de resistores e capacitores. O pino 1 é o responsável pela cor vermelha, o pino 2 pela cor verde e o pino 3 pela cor azul. Com a mistura correta destas três cores conseguimos todas as outras. Só por curiosidade: os outros pinos do conector DB15 são: 13 e 14 controle para o vertical e o horizontal e os outros pinos são conectados com o terra.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>DICAS DE DEFEITOS EM MONITORES MTEK</title>
		<link>http://www.eletronicaetk.com.br/dicas-de-defeitos-em-monitores-mtek</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 19:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[MTEK]]></category>

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		<description><![CDATA[MODELO DEFEITO SOLUÇÃO DX1568 Com resistor R901 torrado.Preciso do valor. O valor do resistor r 901 é 20K r 902 12k e o 904 18K. Já tive problema com este monitor e o fly pifou. EM-1417 Mono Sem deflexão horizontal so uma linha. Trocar C616 6,8uF/100V Bipolar MD15 Pouca largura horizontal ,e, quando H. Size [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="2">
<tbody>
<tr>
<td><b>MODELO</b></td>
<td><b>DEFEITO</b></td>
<td><b>SOLUÇÃO</b></td>
</tr>
<tr>
<td>DX1568</td>
<td>Com resistor R901 torrado.Preciso do valor.</td>
<td>O valor do resistor r 901 é 20K r 902 12k e o 904 18K. Já tive problema com este monitor e o fly pifou.</td>
</tr>
<tr>
<td>EM-1417 Mono</td>
<td>Sem deflexão horizontal so uma linha.</td>
<td>Trocar C616 6,8uF/100V Bipolar</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15</td>
<td>Pouca largura horizontal ,e, quando H. Size está no máximo,apresenta efeito almofada.</td>
<td>Trocar o capacitor( C423 &#8211; 330K . 400V ).Que perdeu seu valor de capacitância.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD17</td>
<td>Fonte desarma .</td>
<td>quando desliguei o +B do TSH retirei todos os pinos do fly back, fiz jumpers nos transistores suspeitos e o bandido continuou desarmando. medi todas as resistências estão ok, os mosfets ok, acho que deve ter um curto no secundário ou no primário . Achado o problema.Está no fly-back.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD17</td>
<td>Os mosfets do meio da placa não estão recebendo energia</td>
<td>medi no secundário do transformador que está ligado com o primário na fonte primária é encontrei valores de voltagem alternada. Já desconectei o coletor do tsh e desconectei todos os pinos do fly e continua desarmando a fonte. Mensurei as resistências e estão boas.Problema resolvido, fusível, capacitor perto da gaiola do fly-back e o fly-back.</td>
</tr>
<tr>
<td>JD144K</td>
<td>Estou com este monitor fazendo aquele efeito fumaça do lado esquerdo da tela.</td>
<td>Ja encontrei o tal problema que faz essa tal fumaça . Um capacitor do secundario da fonte dos 130 volts 22uf / 250 esgotado .</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Sai totalmente fora de foco quando esquenta, apos dez minutos as letras ficam toda atrapalhadas.</td>
<td>coloque um Kit Foco.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Está esquentando o TSH.</td>
<td>Já troquei o FET do B+, capacitor de filtro do B+, Capacitor do coletor do TSH e não resolveu.Acho que deve ser algum problema na base do TSH, mas não achei nada ainda.Troque o diodo D408 (fuga) que fica na gaiola do fly back.Valeu amigo, já troquei tal diodo e monitor está funcionando.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Apos 10 minutos fica totalmente fora de foco.</td>
<td>Apos a colocação do kit-foco ficou normal.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Monitor com tela verde.</td>
<td>Na saida do amplificador vídeo, (pino do sinal verde) tem um transistor PN 2369 que foi medido suas junções, e aparentemente estava bom. Porém, acredito que estava saturando deixando a tela toda verde. Acidentalmente durante uma medição, houve a queima do mesmo revelando o azul e vermelho.Caso alguém tenha um problema semelhante com monitor Microtec MD15-1, não tentar usar transistor PH2369 pois o mesmo não funciona.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Não liga, fonte apenas querendo armar e não armava (Não oscilava).</td>
<td>Foi constatado que o FET Q812 da fonte em série que alimenta o flyback B+ estava em curto.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-1</td>
<td>Aquecia demais o TSH.</td>
<td>Troquei o diodo D408 (fuga) que fica na gaiola do fly back.</td>
</tr>
<tr>
<td>MD15-9</td>
<td>Não funciona.</td>
<td>Analizando o circuíto,encontrei transistor saída (C5802) e (IRF 634) em curto.Fiz a troca funcionou uns 10seg,em seguida parou de funcionar. Fiz uma nova análise e novamente em curto,só que dessa vez o (IRF 634) em curto. Um detalhe é que sem o FET o monitor funciona normalmente,sem afetar a imagem.pelo visto, esse aí é Proview, então seria bom verificar, alem do que o pessoal disse, o diodo entre o dreno do IRF e o positivo do capacitor (deve ser de 22uF/250V). Proview é danado pra dar defeito aí, só perde pros AOC&#8230;Realmente era o capacitor eletrolítico (10uf/250).</td>
</tr>
<tr>
<td>Microtec 15</td>
<td>Tela reduzida (horizontal).</td>
<td>Resistor R553(2 ohms)aberto.</td>
</tr>
<tr>
<td>Microtec 15</td>
<td>Tela toda tremendo como se tivesse fora de sincronismo.</td>
<td>capacitor de poliester C313.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Falta largura sem ajuste no potencômetro.</td>
<td>Q404 pifado.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Tela toda tremendo como se tivesse fora de sincronismo.</td>
<td>Trocado capacitor de poliester C313,que fica bem proximo ao ci de saída vertical, na verdade do lado do ci em baixo da chapinha que faz função de dissipad</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Ele não ajusta almofada,e apresenta deficiencia na largura.</td>
<td>verifique os fets e todos os componentes (incluindo aqueles capacitores grandes de poliester) que ficam no circuito horizontal o problema deve estar por ali.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Vertical fechado.</td>
<td>Esse monitor queima muito frequentemente o CI UC 201 (TDA1175).Percebi que isso acontece devido ao superaquecimento do CI.Dica:troque R207 para 4,7R / 5W Metal Filme(O valor original é 1R).O CI esquentará bem menos aumentando assim sua vida útil.Não esqueça de trocar o CI também caso ele esteja queimado.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>SEM TENSÃO NO SECUNDÁRIO.</td>
<td>C910 ESR ELEVADO E C911 SECO + TROCAR 4N35&#8230;</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Fazendo riscos na imagem ( sombra arrastada ).</td>
<td>Quando chegou pra mim , nem ligava . Troquei o acoplador da fonte (4n35 ) e voltou a funcionar , porem ficou com este outro defeito.o defeito são 3 capacitores eletroliticos na placa do tubo de 1mFx50V BIPOLAR, eles estão próximos ao TRs de saida RGB. De uma verificada tbém no cap. elet. de 100mFx16v na fonte de 12V.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>NÃO LIGAVA. DESCOBRI QUE TINHA UM DIODO E UM TRANSISTOR EM CURTO, SEM ESSES COMPONENTES O MONITOR LIGA, MAS FICA COM A IMAGEM TODA TREMIDA. QUANDO TROCO ESSES COMPONENTES ACONTECE O SEGUINTE:O MONITOR LIGA E DEPOIS DE 5 SEGUNDOS A IMAGEM FICA VERMELHA, AZUL, AMARELA E DAÍ A FONTE DESARMA E QUEIMA OS MESMOS COMPONENTES QUE TROQUEI. ESSA TRILHA GHEGA EM UM CI HEF4052BN, MAS NÃO TENHO O ESQUEMA PRA SABER O QUE O CI FAZ&#8230;..</td>
<td>HEF4052 é um multiplexador analogico, num monitor geralmente ele faz parte do detector de modo. O pino 8 é o terra, e o 16 é a alimentação, que geralmente é 5 volts, mas tambem pode funcionar com mais.. tipo 8 ou 12 volts.Se tiver duvida sobre o estado do integrado, troque-o.. ele é barato e facil de encontrar. Basta pedir por &#8220;4052&#8243;, as letras antes e depois do numero não fazem diferença.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Não abre vertical e Hsize sem ajuste.</td>
<td>Trocado o ci TDA1170S e trocado o potenciometro de 10k hsize.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Oscila normal,acende o tubo,tem screen, mas não aparece a trama,não aciona o controle de brilho.</td>
<td>Trocar Q608 que é o B857,coloquei o Tip42 no lugar. Trocar também o capacitor de 10microX 250V que fica no canto próximo ao flyback ,circuito do ABL.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Tela reduzida .</td>
<td>estava com quatro dos seis potenciometros do painel com resistencia alterada,ao trocá-los o vertical e horizontal voltaram a funcionar .</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Está com a tela toda verde.</td>
<td>Experimente inverter os cabos do RGB, ou desligar apenas o G e ver que acontece, nao messa o trasistor troque-o compare as tensões de coletor e base de cada 1.se tiver escop.compare os pulsos de chegada, se tiver igual oproblema pode estar no proprio cinescopio ver resistores aberto alterado&#8230;VERIFIQUE O TRANSISTOR AMPLIFICADOR DE VIDEO DESTE MODELO, SE NÃO ME ENGANO É O C3953.SE O REFERIDO ENTRAR EM CURTO ENTRE BASE E EMISSOR ACONTECERA ESTE DEFEITO DE SATURAÇÃO DE COR.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Não liga.</td>
<td>verifiquei as tensões no capacitor de entrada apresenta 170 volts, porém qdo coloco a ponteira do multímetro no transistor principal da fonte, ele automaticamente aciona , dá a partida.Encontrei o d400 que estava em curto, substitui e pronto.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Este monitor apresentava o seguinte defeito: após uns 5 minutos estando ligado o vertical começava a dobrar na parte inferior do vídeo.</td>
<td>Substituí os capacitores do cto.vertical, mas o defeito estava no CI.TDA-1175,após a subst.do CI. o monitor voltou a funcionar normalmente!</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Valor da fonte principal.</td>
<td>Qual o valor de +B deste monitor ? Estou com um com +B 88V e a tela esta pequena.Esta tensão em média e 90 a 100v na resolução 640x 480,tente regular um trmpot que fica na fonte com o multimetro na escala para 200V DC e ajuste para uns 92V,ou para alentar a largura ajuste o trimpot de largura que fica no hori</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Com as cores borradas.</td>
<td>Esse problema apareceu apos a resolda do CI LM1203N pois o mesmo esta sem o vermelho com a troca do LM1203n deu uma boa melhorada na aparencia, e mas um ajuste na convergencia ficou OK&#8230;o problema do red é o cabo de sinal .verifique os capacitores,normalmente de 1uF.com a troca do capacitor filtro RGB o problema se resolveu.Necessitou tambem de um pequeno ajuste interno de contraste</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Queimando vertical.</td>
<td>Troque o R 207 para 4,7R/5w metal filme o valor original é 1R. Troque o CI também caso esteje queimado também.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Não liga.</td>
<td>Era causado pelo acoplador optico 4n35, localizado na fonte. Foi trocar e </td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428</td>
<td>Está com a metade da tela para baixo mostrando os caracteres a outra metade para cima nao aparece nada.</td>
<td>troquei o tda1675a olhei os resistores do vertical troquei alguns capacitores e nada .este monitor é color a placa de ajuste de horiz e vertical fica separada do ajuste de brilho etc.Deve ter algum diodo perto do TDA da vertical com problema, talvez fuga. Dê uma olhada. realmente tinha um diodo o 1N4002 no circuito perto do tda que estava com fuga foi trocar o bacana e o monitor funcionou.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 1448</td>
<td>QUEIMA SAIDA HORIZONTAL E FONTE COM BARULHO.</td>
<td>Troque todos os eletrolíticos do primário da fonte0.47mf (pode colocar de 1mf), 4,7mf e o de 150mf (pode colocar de 220mf)depois confira a tens_`ao e ajuste no trimpot caso esteja errada, se nao souber exatamente quanto, ajuste a tensao do filamento do tubo para 6,3 V.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 D</td>
<td>Coloco o tsh q-401e funciona por pouco tempo + ou &#8211; 1 hora e queima, já acondeceu 2 vezes.</td>
<td>arrumei um desses lá no serviço, mas não sei se é o mesmo chassi do seu (o modelo é exatamente o mesmo), e o C440 é um ceramico de 10nF, ligado no R458, perto do flyback. Sobre o aquecimento do transistor, os mais &#8220;suspeitos&#8221; são: C418, C417, C412, R423, R425 e C063. Ah, o TSH que veio nesse daqui é o 2SC5149.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 D</td>
<td>A IMAGEM FICA TREMENDO AS VEZES, DEPOIS PARA, E VOLTA A TREMER E AS PISCA MEIO RÁPIDO DEIXANDO A TELA UM POUCO ESCURA.</td>
<td>de uma verificada nas soldas principalmente no horizontal e a escurecida da tela tem um capacitor ligado no G2 na placa do tubo que pode causar esse problema. Nem iria imaginar que podia ser aquele componente a tela escura mas tá resolvido.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 D</td>
<td>Não ajusta largura horizontal.</td>
<td>O diodo D408 &#8211; SF3006 estava em curto.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 D</td>
<td>Nao tem tensão na fonte, está morto apagado.já troquei ci-uc3842, mos k 1118, tem tensão até o ci, ele não arma de jeito nenhum, está me deixando louco, já saquei o flyblack e nada, já foi verificado quase todo o circuito, tem um diodo d-115 que está em curto na placa e quandosaca da placa está ok, tambem quando tira a placa do cinescopio ele sai docurto.</td>
<td>o problema era o resistor R114=51ohms.estava alterado sua resistência.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 digital</td>
<td>Se encontrava com a parte de baixo da imagem(cerca de 3cm)deslocada para a parte superior da tela.</td>
<td>problema resolvido no circuito vertical com a troca de 01 capacitor de poliester de 100k.</td>
</tr>
<tr>
<td>MT1428 svga</td>
<td>Com problemas no vertical.troquei o TDA1175 e um capacitor eletrolítico de 25V e 100uf, agora dá a imagem, está nítida e sem problema, mas o quadro está de tamanho médio, não abre o problema é só na altura, na largura tudo OK.</td>
<td>o CI original desse monitor é realmente o TDA1175? você trocou por um igual? Eu já peguei esse problema em monitores MTEK mas usando o CI TDA1170N e troquei por um TDA1170S e ficou com esse problema(tela pequena) daí constatei que o CI TDA1170S não substitui o TDA1170N. Experimente colocar o TDA1170N.</td>
</tr>
<tr>
<td>Syncmaster+</td>
<td>Fazendo riscos na imagem ( sombra arrastada ) Ja ouvi alguem usar o termo cauda de cometa para este defeito.</td>
<td>ja substitui os capacitores por volta do LM1203 e inclusive o LM1203 , mas nao mudou nada.Quando chegou pra mim , nem ligava . Troquei o acoplador da fonte (4n35 ) e voltou a funcionar , porem ficou com este outro defeito.o defeito são 3 capacitores eletroliticos na placa do tubo de 1mFx50V BIPOLAR, eles estão próximos ao TRs de saida RGB. De uma verificada tbém no cap. elet. de 100mFx16v na fonte de 12V.</td>
</tr>
<tr>
<td>VGA-14</td>
<td>Apagado, fonte piscando (Arma e desarma).</td>
<td>Foi trocado o transistor Q-805 IRF-620 em curto.</td>
</tr>
<tr>
<td>VGA-14NE</td>
<td>Fonte com 129 Volts.</td>
<td>Foi trocado o Tiristor KA3842 capacitor C418 5K1X1600 Volts.</td>
</tr>
<tr>
<td>VGA-14NE</td>
<td>Função centragem e pincushion não atua e quadro reduzido.</td>
<td>Foi trocado o capacitor C418 5K1X1600 Volts.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>CD GIRA AO CONTRÁRIO &#8211; CIRCUITO UTILIZANDO VAM2201 E SAA7325</title>
		<link>http://www.eletronicaetk.com.br/cd-gira-ao-contrario</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 19:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eletronicaetk</dc:creator>
				<category><![CDATA[AOC]]></category>
		<category><![CDATA[CCE]]></category>

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		<description><![CDATA[erificação inicial: Sem o disco empurre a unidade até o final do curso, ligue o aparelho na função CD e verifique se: 1 &#8211; A unidade se desloca até bater na chave. 2 &#8211; O led da unidade acende. 3 &#8211; As bobinas da unidade se movimentampara cima e para baixo. 4 &#8211; Após efetuar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>erificação inicial:</p>
<p>Sem o disco empurre a unidade até o final do curso, ligue o aparelho na função CD e verifique se:</p>
<p>1 &#8211; A unidade se desloca até bater na chave.</p>
<p>2 &#8211; O led da unidade acende.</p>
<p>3 &#8211; As bobinas da unidade se movimentampara cima e para baixo.</p>
<p>4 &#8211; Após efetuar todas as funções acima é mostrado &#8220;NO DISC&#8221;.</p>
<p>Se esses passos forem seguidos em sequência e estiverem funcionando tudo em ordem podemos constatar que o IC SAA7325, , a fita e a unidade ótica estão bons.</p>
<p>DISCO NÃO GIRA &#8211; Verifique a linha do pino 8 ao 13 do SAA7325, linha Din (pino 5 do IC TZA1025) em busca de capacitor SMD, resistor alterado ou falta de corrente no diodo. Nesse ultimo caso a unidade não acende.</p>
<p>O DISCO GIRA RAPIDO NO SENTIDO CORRETO, O MOTOR SLED VAI SE DESLOCANDO LENTAMENTE E NÃO ENCONTRA O TOC (numero de faixas) E FICA GIRANDO CONTINUAMENTE &#8211; Nesse caso a unidade não esta focalizando, experimente efetuar os seguintes procedimentos. A)Alterar R708 de 12K para 5K6 de acordo com a circular tecnica 14. B) Cabo Flat com mal contato ou rompido. C) Capacitores SMD da linha dos pinos 8 ao 13 do SAA7325 alterado ou aberto.</p>
<p>O DISCO ESTA GIRANDO RAPIDO OU NÃOE EM SEGUIDA O MOTOR INVERTE A ROTAÇÃO E O MOTOR SLED SE DESLOCA ATÉ O FINAL E FICA FAZENDO BARULHO CONTINUAMENTE SEM PARAR &#8211; Verifique os capacitores da linha dos pinos 8 ao 13 do SAA7325 até o conector da fita flat da unidade. NOTA: Nesse ultimo caso, os capacitores com fuga (apresntando resistencia ou aberto) fazem exatamente o mesmo problema, portanto, não tente fazer testes retirando-o do local. Reconsda-se o tecnico dispor de valores iguais(220pF e 4pF cerâmico ou poliester convencionais), retirano o par de uma da linhas , substituindo e efetuando testes para verificar quais estão com problema. Esses capacitores SMD ja estão sendo fornecidos pelo fabricante.</p>
<p>O DISCO GIRA, LÊ O TOC NORMALMENTE, COMEÇA A EFETUAR A LEITURA DA MÚSICA E LOGO EM SEGUIDA SE PERDE ENTRDO EM STOP &#8211; Verificar componetes do drive do motor disc alterado (geralmente resistor ou capacitor). Não substitua os CIs, unidades óticas e sem sequer verificar o sinal de RF. Esse sinal é composto de 3 senóides e deve apresentar um sinal limpo e com amplitudeigual ou superior a 1,2Vpp sendo que não é conselhavel valores acima de 1,4Vpp.</p>
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